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Lendo Enquanto há vida, apesar das dificuldades, há luta e, com ela, esperança! Por Celso Soares
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Autores de C a DBrasilHistóriaSocial

Enquanto há vida, apesar das dificuldades, há luta e, com ela, esperança! Por Celso Soares

Celso Soares
Ultima atualização: julho 1, 2025 3:06 pm
Por Celso Soares 8 leitura mínima
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Foram anos difíceis, de muita luta, suor e sangue, para o Brasil e principalmente nosso povo, com milhares de civis e militares mortos, perseguidos e caçados nas ruas, nas masmorras e celas da tortura, que superamos, com garra e muita luta, aliás, características essas, inerentes ao nosso povo, desde sempre.

O que se seguiu foram alternâncias no poder, de entreguistas e capachos do imperialismo, com períodos que se não totalmente a serviço do império, mas também, nada foi feito para barrar a ação predatória, não conseguiram desvencilhar-se da besta-fera, com políticas que não fizeram avançar nosso desenvolvimento, pelo contrário, regredimos aos tempos de colônia, exportadores de matéria prima, sem absolutamente nenhum valor agregado. Entregamos na bacia das almas das nossas principais estatais, CSN, Vale e, mais recentemente, a Eletrobrás a um grupo de especuladores e golpistas que tinham acabado de dar um golpe bilionário nas Lojas Americanas, sem contar que a nossa maior e mais emblemática Empresa, construída pelo povo, com muita luta, suor e sangue e sua principal descoberta o pé-sal, a Petrobras, dilapidada, fatiada e parte dela, entregue ao imperialismo, além de termos hoje, em sua presidência, um ex-lobista das criminosas multinacionais do petróleo. Como reindustrializar o país, sem a Vale, a Petrobras, a Eletrobras, a CSN nas mãos do Estado?

Bastou o Presidente Lula insinuar em colocar Mantega na Vale, e o imperialismo rosnou, esperneou e venceu, pelo menos, por enquanto!

Além disso, qual a política de reindustrialização que necessitamos, qual a indústria GENUINAMENTE NACIONAL que precisamos ter e apoiar, quando sabemos que na Constituição essa cláusula foi alterada pelos vendilhões da Pátria no Governo de FHC e indústria nacional passou a ser qualquer empresa do império e seus asseclas que tivessem sede no Brasil, beneficiando-se de isenções para enviar mais dinheiro as suas matrizes. Elas se locupletam com dinheiro público, enquanto as nossas empresas genuinamente nacionais, como foram configuradas na Constituinte Cidadã, permanecem totalmente desprotegidas, quebradas, muitas faliram e o que sobrou está à mercê da rapina das multinacionais. Muitas vezes agem de forma violenta, para sufocar o pouco que resta de nossa indústria. Nós vamos também financiar essa corja – com os 300 bilhões, com o BNDES – a serviço dos interesses do imperialismo?

Até o presente momento, só ouvimos discursos indignados sobre esse entreguismo absurdo e deslavado, mas absolutamente nada foi feito para reverter e retomar o que nos foi tirado. Isso atrasa nosso desenvolvimento, pois sem essas empresas na mão do Estado, sempre estaremos sujeitos ao boicote na área energética e de materiais fundamentais para o desenvolvimento pleno, além evidentemente de tecnologias e inovação na principal das indústrias em qualquer país, A de TRANSFORMAÇÃO.

Se no passado, a ditadura militar apoiada por civis entreguistas e apátridas era a preposta do imperialismo e este agia por meio dessa corja de vendilhões, hoje ele atua de forma direta, visível, não só no Brasil, mas no mundo todo, desesperado e exaurido, mas ainda forte o suficiente para promover guerras e genocídios, como o perpetrado com o Estado terrorista de Israel contra o povo palestino.

Essa ação direta do imperialismo dá-se de forma mais sofisticada, mais refinada, que leva incautos – se é que podemos usar o termo mais brando – a abraçá-la e, com isso, tornar-se cumplices das mazelas pelas quais sofre o povo brasileiro.

Tenho visto discursos e movimentos de grupamentos políticos, que se dizem marxistas-leninistas – em um momento em que se comemora um século de Lenin, com seus escritos atualíssimos -, mas que se denominam de nova esquerda ou new left como alguns preferem, grupos esses que abraçaram o identitarismo político como o centro de sua ação política, causando mais uma vez, como num passado recente, a divisão do movimento popular.

Pois bem, a origem desses agrupamentos nos remete à época da ditadura, em que apareceram, principalmente no movimento estudantil, as correntes trotskistas Liberdade e Luta e Convergência Socialista e alguns seguidores do Sindicato Solidariedade da Polônia – que arruinou o país entregando-o nos braços do imperialismo -, criações do imperialismo que teve inclusive um Papa a seu serviço no caso polonês, João Paulo II, como os atuais pastores e bispos que se multiplicam em profusão no Brasil, servem apenas para aumentar o sofrimento do povo, praticando estelionato tanto da fé, quanto dos parcos recursos que parte desse povo ainda possui e, pior, ficam impunes.

A luta hoje para conquistarmos nossa verdadeira independência e a nossa tão sonhada soberania é maior e muito mais difícil do que durante a própria ditadura, à medida que grupamentos que se dizem nova esquerda ou new left – talvez mais apropriado – não passam de criações do imperialismo no seio de nossa sociedade, com movimentos de massa e pretensos discursos radicais que prometem o paraíso ao povo, provocando a divisão e fazendp isso também em movimentos claramente de extrema direita, como o bolsonarismo de cunho nazifascista e suas diversas vertentes.

Sua origem é o trotskismo, desde sempre agente do imperialismo, como sempre advertiu, denunciou e combateu o grande Stálin.

É insuficiente dizer-se marxista-leninista, é preciso compreender o marxismo-leninismo com profundidade, na prática do dia a dia, nos detalhes e enxergar, vislumbrar sua atualidade para o verdadeiro combate ao imperialismo que, no seu auge, mostra sua cara e seu caráter por completo, sua ideologia nazifascista, seu desprezo pelo povo e pela humanidade.

Não entendem que a luta contra o imperialismo passa por unir a Nação e unir a Nação é unir todos os setores que de fato amam este Brasil, que querem vê-lo próspero, sem miséria, sem desigualdades e isso inclui as nossas gloriosas FFAA, que ajudaram a erguer a identidade nacional, demarcar e proteger as nossas fronteiras. Aos incautos, quinta-colunas e vendilhões da Pátria, não esqueçam que nossas FFAA lutaram contra o nazifascismo em campos da Europa, foram vitoriosos, aguerridos e voltaram triunfantes ao seio da Pátria e do povo e foram recebidos como heróis que eram.

Romper com a dependência, conquistarmos nossa tão sonhada Soberania, da qual falava nosso Patriarca da Independência JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADE E SILVA, em um país riquíssimo como o nosso, em todos os sentidos e principalmente no caráter e capacidade de luta de seu povo, é preciso ser igual a esse povo, ser de luta, ter caráter e sobretudo CORAGEM PARA MUDAR. Mas como diz o povo, enquanto há vida – apesar das dificuldades, dos divisionistas, dos chamados “incautos”, tão ou às vezes mais perniciosos que os quinta-colunas, dos apátridas e entreguistas – há luta e, com ela, ainda há esperança e por isso, luta.

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