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> Blog > Categorias > História > Que dia, meu Deus, prá ser rifado de minha memória. Por Milton Parron
HistóriaSocial

Que dia, meu Deus, prá ser rifado de minha memória. Por Milton Parron

Milton Parron
Ultima atualização: novembro 5, 2024 12:39 pm
Por Milton Parron 4 leitura mínima
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De manhã recebo notícia da morte do Agnaldo Rayol e agora à tarde, de A.A.A. de Carvalho, o seo Tuta, presidente da Jovem Pan emissora que herdou do pai, dr. Paulo Machado quando ainda era rádio Panamericana e a rebatizou de Jovem Pan. Como são as coisas, quando convidado por seo Tuta para deixar o esporte na TV Record e me transferir para a rádio Panamericana (Jovem Pan) cuja direção ele havia acabado de assumir – 1964, 65, por ai – me lembro que a primeira matéria que ele próprio me encomendou foi fazer uma enquete por toda a cidade, com pessoas conhecidas e influentes, para que respondessem: “Agnaldo Rayol deve ser aclamado como novo rei da voz?” Chico Alves, o rei da voz original, havia falecido há mais de 10 anos e Agnaldo Rayol estava surgindo como grande revelação. Tenho em meus arquivos as revistas Melodia, Cinelândia e Contigo, além de jornais da ocasião, com reportagens sobre a apuração daquela enquete. Hoje cedo, ao saber da morte de Agnaldo comentei com minha esposa esse fato. Agora à tarde ocorre a morte de seo Tuta, inacreditável. Trabalhei com ele por obra do acaso, e explico: eu era plantão esportivo da rádio Record e num ginásio esportivo anexado ao prédio das emissoras do dr. Paulo Machado de Carvalho foi disputado um torneio de futebol de salão com equipes formadas em todos os departamentos das rádios Jovem Pan, Record, São Paulo e TV Record, Emisoras Unidas de Rádio e Televisão. Como em terra de cego quem tem olho é rei, me destaquei no gol da Publicidade Record. O time do seo Tuta, Jornalismo, integrado por ele próprio, Fernando Vieira de Melo, Reali Júnior, Marcelo Leopoldo e Silva e outros que não me recordo só não ganhou o torneio porque o goleiro era muito fraco – perdão Realinho, mas não posso mentir. Fui convidado para integrar o time do Jornalismo e o regulamento exigia que os jogadores tivessem vínculo com o departamento representado pelo time, assim passei a ter uma segunda função na empresa atuando como rádio escuta do jornalismo. Alí começou também minha carreira como “repórter da geral”. Foram 25 anos de trabalho intenso e prazeroso. Quantas broncas, mas, quantos elogios, quantas decisões protetoras recebi desses dois queridos chefes e amigos, Tuta e Fernando. Meu primeiro carro, um Gordine, como eu não possuia lastro bancário, seo Tuta me financiou e descontava mês a mês de meu salário, sem juros, nem correção, depois de 5 meses inventou uma outra função cujo cachê era destinado ao amortecimento da dívida, ou seja, praticamente me deu o carro, assim como me deu em 1978 a bolsa para o curso completo, teórico e prático, de piloto privado, extremamente caro para a minha renda, minha obsessão pela atividade aérea o comoveu, sem que eu pedisse. Minha tristeza é imensa, e rogo a Deus que conforte dona Margô, sua viúva, e os filhos Tutinha, Marcelo, Nina, Silvinha e Fernanda e reserve à ele um lugar ao lado dos justos, bem o merece. Inté, chefe e, se nunca lhe disse, embora um pouco tardiamente, do fundo do coração, muito obrigado por tudo que você fez por mim, e por muita gente!

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