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> Blog > Autores > Autores de S a T > O cético vive perguntando “por quê” Por Sorayah Câmara
Autores de S a TDireitoSocial

O cético vive perguntando “por quê” Por Sorayah Câmara

Sorayah Câmara
Ultima atualização: abril 14, 2025 2:01 pm
Por Sorayah Câmara 4 leitura mínima
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Etimologicamente, um cético é um examinador porque as palavras “cético” e “ceticismo” vêm de um antigo verbo grego que significava “examinar”.
Portanto, o ceticismo não é uma questão de negação, mas de dúvida examinadora, inquiridora, questionadora.
E quão cautelosos são os sábios, pois duvidam!
Pirro de Élis (360 a.C. – 270 a.C.) foi um filósofo grego, nascido na cidade de Élis, considerado o primeiro filósofo cético e fundador da escola que veio a ser conhecida como pirronismo.
Pirro era conhecido por apresentar a filosofia como um meio de vida que deseja a calma do espírito e a felicidade do coração.
Devemos ser sempre céleres em perguntar e lentos em acreditar, segundo Pirro da Élis!
Portanto, devemos praticar e pregar a suspensão do julgamento tanto quanto possível.
Os céticos como Pirro e o médico Sexto Empírico pensavam que deveríamos viver nossas vidas de acordo com as aparências, mas abstendo-nos de tirar quaisquer conclusões dessas aparências, bem como, de sustentar quaisquer crenças firmes baseadas nessas aparências para que tenhamos a tranquilidade do espírito e, em essência, uma espécie de felicidade pacífica na vida.
Enfim, esse é o legado do ceticismo antigo!
E como disse René Descartes (1596-1650), filósofo e matemático francês “para chegar à verdade, temos de duvidar de tudo”.
Sempre pensamos que sabemos as coisas que afirmamos saber.
Mas, será que sabemos realmente?
Há verdades absolutas ou somente relativas?
Afinal, não somos o centro do Universo, mas grãos de areia presentes neste mundo Infinito de possibilidades que estamos inseridos.
O cético questiona a confiabilidade das fontes de nossas crenças sobre o passado, presente e futuro e formula perguntas ainda mais radicais sobre cada uma dessas categorias de crença.
Na verdade, as fontes de nossas crenças são, às vezes, confiáveis.
Isso é perturbador, pois onde está nossa âncora com a realidade?
O cético sempre tem perguntas. Parece que não temos respostas.
Descartes abraçou a ideia de que nossa vida poderia ser uma grande ilusão!
Para o niilista futurista o futuro não existe.
Enfim, para que seja verdade que a grama é verde, deve haver algo como a grama, e ela precisa ter a propriedade de ser verde.
Mas o futuro, neste momento, não passa de um enorme vácuo e sobre esse vácuo nós despejamos montes de crenças, sobre o que acontecerá hoje, amanhã e ainda este ano.
E como disse Samuel Taylor Coleridge comumente designado por S. T. Coleridge, poeta, crítico e ensaista inglês “Minha mente está em um estado de dúvida filosófica”.
Esse estado proporciona divagações importantes para a consciência individual e coletiva.
O desafio do cético demonstra que não conseguimos provar algumas das coisas mais básicas e importantes e normalmente incontroversas em que todos acreditamos. Sequer conseguimos reunir alguma boa parte de que são verdadeiras. Simplesmente acreditamos nelas.
É importante ressaltar que o ceticismo mostra que há pouquíssimo espaço na vida para o dogmatismo insolente e prepotente.
Temos que ser um pouco humildes nas nossas convicções.
A pesquisa cética pode levar a um estado de dúvida.
A crença é inevitável na vida humana!
Portanto, cético não é aquele que duvida, mas aquele que investiga ou pesquisa, em oposição àquele que afirma e pensa que descobriu, como disse Miguel de Unamuno (1864-1936) escritor e filósofo espanhol. Foi poeta, romancista, ensaísta, novelista e dramaturgo.

“É indesejável acreditar em uma proposição quando não há nenhum motivo para supô-la verdadeira”.
Bertrand Russell (1872-1970) foi o mais influente filósofo britânico do século XX. Foi ensaísta e crítico social, conhecido também por seu trabalho de lógica matemática e filosofia analítica.

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