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Autore de A a BSaúde

Temperamentos: o que são, como funcionam e por que conhecer o seu pode transformar suas relações. Por Bruna Gayoso

Bruna Gayoso
Ultima atualização: abril 23, 2025 10:33 am
Por Bruna Gayoso 7 leitura mínima
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Muito além dos rótulos emocionais: o temperamento como chave de autoconhecimento e vínculo humano

Antes dos diagnósticos modernos, antes da psicologia como ciência, o ser humano já buscava entender por que algumas pessoas são mais impulsivas, outras mais sensíveis, algumas mais sociáveis e tantas outras mais reservadas.

Foi Hipócrates, na Grécia Antiga, quem propôs uma das primeiras explicações para essas diferenças: a teoria dos quatro temperamentos.

Essa teoria, apesar de milenar, segue atual e profundamente útil no campo do autoconhecimento e das relações humanas. O temperamento não é uma caixa onde nos encaixamos, mas sim um ponto de partida, uma espécie de “assinatura emocional” com a qual chegamos ao mundo.

O que é temperamento?

Temperamento é o conjunto de características emocionais inatas que influenciam a maneira como sentimos, reagimos, nos expressamos e nos relacionamos.

É a nossa base afetiva anterior ao caráter (que se forma com o tempo) e à personalidade (que envolve fatores culturais, sociais e experiências de vida).

Conhecer o próprio temperamento é reconhecer o território psíquico de onde partimos, com suas potências e vulnerabilidades. E isso é o começo de uma jornada de amadurecimento emocional.

Os quatro temperamentos: uma bússola para o autoconhecimento

Todos nós carregamos traços dos quatro temperamentos, mas geralmente um se manifesta com mais intensidade. Abaixo, detalho as características de cada um com seus pontos fortes, suas armadilhas e o impacto que podem ter nos relacionamentos e na vida emocional:

Colérico – o executor impulsivo

O colérico é movido à ação. Determinado, intenso e altamente objetivo, sua força está na iniciativa, na liderança e na busca por resultados concretos. Raramente hesita diante de decisões e tem uma notável capacidade de enfrentar desafios.

Na infância, é comum que crianças coléricas demonstrem traços de autonomia precoce e firmeza diante da autoridade. Na vida adulta, esse temperamento pode se destacar em posições de comando e em ambientes que exigem ação rápida.

Potências: foco, coragem, assertividade, independência.

Vulnerabilidades: impaciência, intolerância ao erro, dificuldade em lidar com limites e frustrações emocionais.

Na clínica, o colérico pode encontrar dificuldade em acessar sua vulnerabilidade. Costuma racionalizar emoções e evita situações em que se sinta impotente ou exposto emocionalmente.

Sanguíneo – o entusiasta sociável

Extrovertido, espontâneo e altamente afetivo, o sanguíneo é guiado pelas conexões humanas. Tem facilidade em criar laços, falar sobre sentimentos e se adaptar a novos ambientes.

Sua presença é marcante e seu entusiasmo contagiante, mas sua maior dificuldade é a constância.

Na infância, são crianças comunicativas, brincalhonas, que gostam de estar rodeadas de pessoas. Na fase adulta, tendem a buscar ambientes dinâmicos, criativos e com estímulos constantes.

Potências: carisma, empatia, adaptabilidade, criatividade.

Vulnerabilidades: dispersão, procrastinação, superficialidade emocional e dificuldade em sustentar rotinas ou projetos de longo prazo.

Na clínica, o sanguíneo pode usar o humor como defesa, evitando mergulhar em conteúdos mais profundos. Muitas vezes, recorre à fala excessiva como fuga do silêncio interno.

 Melancólico – o analista sensível

O melancólico é introspectivo, profundo e observador. Tem uma sensibilidade aguçada, aprecia a beleza, valoriza vínculos consistentes e age com ética e responsabilidade.

Está sempre em busca de sentido nas relações, no trabalho, nas experiências de vida.

Desde cedo, crianças melancólicas demonstram maturidade emocional, senso crítico e tendência ao perfeccionismo. No adulto, isso pode aparecer como alta exigência pessoal e uma constante sensação de “não estar pronto o suficiente”.

Potências: profundidade, senso estético, fidelidade, análise cuidadosa.

Vulnerabilidades: autocrítica excessiva, rigidez interna, tendência ao isolamento e ao sofrimento silencioso.

Na clínica, o melancólico costuma acessar o sofrimento com facilidade, mas pode se prender à culpa ou à idealização. São pacientes que frequentemente buscam “entender demais” para não sentir.

 Fleumático – o observador pacífico

Tranquilo, receptivo e conciliador, o fleumático valoriza a estabilidade e evita o conflito. Prefere a paz à vitória e costuma ter grande habilidade de escuta. Seu ritmo é mais lento, mas sua presença é firme e constante.

Na infância, essas crianças são fáceis de lidar, discretas e pacientes. Na vida adulta, buscam ambientes seguros, evitam confrontos diretos e podem ter dificuldade para sair da zona de conforto.

Potências: empatia, diplomacia, lealdade, paciência.

Vulnerabilidades: passividade, procrastinação, dificuldade de se posicionar e tomar decisões que envolvam riscos ou rupturas.

Na clínica, o fleumático pode demorar a entrar em contato com o conflito psíquico. Tende a evitar dores emocionais e precisa ser convidado, com delicadeza, a se implicar mais ativamente em sua própria história.

Temperamento não é desculpa é ponto de partida

Identificar seu temperamento predominante não significa se limitar a ele. Pelo contrário: é entender de onde vêm suas reações automáticas e como é possível, a partir disso, construir novas formas de existir.

No processo analítico, o temperamento nos ajuda a compreender como o sujeito lida com o amor, com a espera, com a ausência, com o tempo e com o outro.

Na vida, ele aparece nos detalhes: na forma como você escuta ou interrompe, se aproxima ou evita, insiste ou desiste.

Escolher-se é o primeiro passo

Conhecer seu temperamento é como ajustar o foco de uma lente: de repente, o que era confuso se torna mais nítido. Você começa a entender seus ciclos, seus limites, seus porquês.

E isso transforma as relações consigo, com o outro e com o mundo.

Temperamento não define destino. Mas pode revelar a direção.

O autoconhecimento não muda quem você é ele muda a forma como você vive com isso.

E você? Já escutou sua voz emocional com atenção?

Talvez esteja na hora de acolher quem você é com mais verdade, com mais coragem e com mais responsabilidade.

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Por Bruna Gayoso
Formada em Terapia Holística e Terapia de Reprogramação Emocional, com 8 anos de experiência em atendimentos presenciais e online.
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