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> Blog > Categorias > Mundo > América do Sul > Brasil > A era da mediocridade, o declínio de uma nação – por Foch Simão
BrasilOpinião

A era da mediocridade, o declínio de uma nação – por Foch Simão

Foch Simão
Ultima atualização: agosto 21, 2025 5:13 pm
Por Foch Simão 4 leitura mínima
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Uma nação não se sustenta apenas sobre a firmeza de seu território, a glória de sua
história ou a pompa de suas instituições. Esses são cenários importantes sim, mas
secundários para a ação dos verdadeiros protagonistas da vida nacional; os seus
cidadãos. O coração de um país pulsa no seu povo, e um povo é, em essência, a
média de si mesmo. Da educação básica à produção científica, da ética cotidiana
à criação artística, toda manifestação cultural ou intelectual de um país é fruto
direto do esforço coletivo de seus habitantes. Esse processo é cumulativo; quanto
maior a valorização da formação intelectual, do bem-estar social e da saúde
pública, maior a capacidade da nação de produzir riqueza, não apenas material,
mas sobretudo humana. O caso da Índia, que em poucas décadas alçou-se ao
protagonismo tecnológico e científico global, é um exemplo eloquente dessa
dinâmica.
Contudo, um dos mais insidiosos fatores que minam o progresso nacional é o que
se convencionou chamar de “fuga de cérebros”, a evasão de jovens, pesquisadores
e profissionais qualificados, que enxergam no exterior aquilo que seu país de
origem não soube ou não quis oferecer.
O Brasil enfrenta hoje essa realidade de forma alarmante. Estima-se que, apenas
nos últimos anos, cerca de sete mil cientistas tenham deixado o país em busca de
oportunidades em centros mais estáveis e valorizadores do conhecimento, como
Estados Unidos, Alemanha, Canadá e França, segundo estimativas do Centro de
Gestão e Estudos Estratégicos, veiculado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e
Inovação. Os motivos são claros: desvalorização profissional, cortes drásticos em
verbas para pesquisa e inovação, instabilidade política, salários incompatíveis e,
acima de tudo, a sensação constante de que o saber incomoda mais do que inspira.
Mas é preciso ir além dos sintomas e nomear as causas dessa tragédia geopolítica.
A “fuga de cérebros” é consequência direta de uma mentalidade dominante
egoísta, corrupta e patrimonialista, que há décadas sequestra a administração
pública brasileira. Políticos descomprometidos com o bem comum, gestores
inaptos e oligarquias rentistas transformaram o Estado em um instrumento de
enriquecimento privado e de manutenção de privilégios, corroendo as bases de
qualquer projeto nacional sério.
A mediocrização nacional não é um acidente, é um projeto. Um projeto silencioso,
mas eficaz, que mina esperanças, rebaixa expectativas e empurra gerações inteiras
para o conformismo ou para o exílio voluntário. E tudo isso serve a um propósito
perverso; permitir que uma corja de pérfidos usufrua, com exclusividade, da vasta
riqueza do Brasil, enquanto condena a maioria da população ao atraso e à servidão
moral.
O investimento em ciência, educação e inovação exige visão de longo prazo, algo
incompatível com a lógica imediatista de poder que rege grande parte da elite
dirigente brasileira. Essa elite, blindada por seus interesses, trata o conhecimento
como ameaça e a meritocracia como discurso decorativo. O resultado é um país
que afasta os melhores, despreza os competentes e estimula a mediocridade como
método de reprodução do poder. Para notar esse fenômeno deletério, basta
observar as indicações político-partidárias para os milhares de cargos
administrativos dos governos pertencentes aos entes federativos, onde se
destacam as práticas patrimonialistas, nas quais a distinção entre o público e o
privado é tênue ou inexistente.
Se o Brasil ainda deseja aspirar a um futuro digno, deverá começar por romper com
esse ciclo. Não há desenvolvimento possível sem valorização do capital humano. E
não há soberania verdadeira quando a inteligência nacional é exportada como
excedente descartável.
Quando a excelência se torna exceção, o declínio se torna inevitável.

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