Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Lendo O risco de abordagem de ”suspeito” em loja. Jorge Lordello
Compartilhar
0 R$ 0,00

Nenhum produto no carrinho.

Notificação
Redimensionador de fontesAa
Redimensionador de fontesAa
0 R$ 0,00
  • Home
  • Blog
  • Planos-de-assinaturas
  • Contatos
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
  • Advertise
© 2024 ORBISNEWS | Todos os direitos reservados.
> Blog > Categorias > Social > O risco de abordagem de ”suspeito” em loja. Jorge Lordello
Social

O risco de abordagem de ”suspeito” em loja. Jorge Lordello

Jorge Lordello
Ultima atualização: outubro 21, 2024 11:12 am
Por Jorge Lordello 3 leitura mínima
Compartilhar
Compartilhar

Um menino de 11 anos estava com sua mãe em um supermercado na cidade de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte/MG, quando surgiu a vontade de ir ao banheiro. Ele pediu a chave do toalete, que estava trancado, sendo atendido por uma auxiliar de limpeza terceirizada que trabalha no local. Após o uso, o rapaz devolveu a chave à colaboradora e voltou a acompanhar a genitora nas compras. Acontece que na fila do caixa, a mesma funcioná ria da área de limpeza abordou o menino perguntando se ele havia visto um celular que estava carregando dentro do banheiro. A mãe entendeu que seu filho passou por grande constrangimento em público, pois teria sido levantada a possibilidade dele ter subtraído o smartphone. Assim, a família da vítima resolveu ingressar com ação de ressarcimento por danos morais. Na ação judicial, o supermercado argumentou que a funcionária apenas questionou sobre o celular, sem fazer revista ou acusação formal. Já a empresa de terceirização de limpeza afirmou que não houve excesso, alegando que o simples questionamento não configuraria dano moral.  A justiça mineira entendeu que a abordagem foi desproporcional, inadequada e em público. O desembargador Marcelo de Oliveira Milagres, relator do caso, afirmou que a responsabilidade das empresas foi configurada, independentemente de culpa, pelos danos causados ao consumidor, considerando o nexo de causalidade entre o ato da funcionária e o prejuízo sofrido pelo menor. Ele ressaltou que o episódio afetou a honra e a integridade psíquica do garoto. A decisão foi acompanhada pelos desembargadores Eveline Felix e Sérgio André da Fonseca Xavier, mantendo a condenação das duas empresas ao pagamento da indenização no valor de R$ 10 mil.
Tenho reiterado que a falta de treinamento e capacitação de colaboradores da área de vigilância e controle de acesso, como também de funcionários orgânicos e terceirizados que trabalham de alguma forma no atendimento de clientes, pode acarretar sérios problemas judiciais e criminais, pois nos dias de hoje a maioria da população tem informações sobre seus direitos e facilidade na contratação de advogados.

Você também pode gostar...

Humanidade acima da burocracia – por Sorayah Câmara

Biografia lascada – por Marli Gonçalves

O que não se fala, adoece — inclusive nas empresas – por Viviane Gago

A ciência da mentira – por Sorayah Câmara

Alada: É possível impedir que o jovem exagere no consumo de álcool? – por Jorge Lordello

MARCADO:Social
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Compartilhar
Por Jorge Lordello
Apresentador do programa operação de risco e experiência de 25 anos como delegado de policia em São Paulo
Artigo Anterior A responsabilidade do eleitor. Por Almir Pazzianotto
Próximo Artigo Os tortos caminhos. Por Gaudêncio Torquato
Deixe um comentário Deixe um comentário

Clique aqui para cancelar a resposta.

Acesse para Comentar.

Fique conectado!

FacebookLike
TwitterSeguir
InstagramSeguir
- Publicidade -
Ad image

Últimos artigos

VALEU, JAGUAR! – por Mário Rubial
Autores de M a N Comportamentos Homenagens
Tabagismo e pele: Como o cigarro acelera o envelhecimento e prejudica sua beleza – por Dra. Fernanda Nichelle
Saúde
Brasil ultrapassa os EUA e lidera cirurgias plásticas: reflexos culturais, sociais e médicos – por Dr. Carlos Tagliari
Brasil EUA Saúde
Conexões descartáveis, corações anestesiados: como a superficialidade adoece a mente – por Bruna Gayoso
Comportamentos Psicologia Relacionamento

Você pode gostar também

GuerrasMundoSocial

Momento “Mãos ao Alto!” – por Marli Gonçalves

julho 31, 2025
ComportamentosOpiniãoSocial

Nosso destino está de acordo com os nossos méritos – por Sorayah Câmara

julho 31, 2025
PsicologiaSocial

Estratégias para cultivar uma vida de alegrias diversificadas – por Cristiane Sanchez

julho 30, 2025
OpiniãoSocial

Do grito à ação: feminicídio se previne com estrutura, não com indignação ou passeatas – por Bruna Gayoso

julho 30, 2025

Receba nossos artigos.

Fique por dentro das opiniões mais importantes que influenciam decisões e estratégias no Brasil.

Siga-nos
© 2025 ORBISNEWS | O maior portal de artigos do Brasil. Todos os direitos reservados.
  • Advertise
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?