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Ser feliz ou não ser feliz? Por Sorayah Câmara

Sorayah Câmara
Ultima atualização: março 12, 2025 3:34 pm
Por Sorayah Câmara 4 leitura mínima
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A famosa frase “Ser ou não ser, eis a questão” está contida na peça “The Tragedy of Hamlet” by William Shakespeare.
Essa frase significa existir ou não existir e, em última instância, viver ou morrer.
É, portanto, extremamente complexa e, na verdade, parece ser muito simples.
Em inglês, essa frase significa “to be or not to be, that is the question”.
Essa famosa expressão foi dita por Hamlet durante o monólogo da primeira cena do terceiro ato.
Essa obra é um dos principais trabalhos de Shakespeare e uma das mais importantes da dramaturgia mundial.
A dúvida de Hamlet é se será melhor aceitar a existência com a sua dor inerente ou acabar com a vida.
Portanto, se a existência é um constante sofrimento, a morte parece ser a solução, porém, a incerteza da morte supera os sofrimentos da vida.
“Ser ou não ser” extrapolou o seu contexto e se tornou um questionamento existencial amplo.
Enfim, para além da vida ou da morte, a frase se tornou uma pergunta sobre a própria condição existencial.
Na atualidade, o grande dilema que vivemos na sociedade capitalista é “ser ou ter”.
Ou seja, numa sociedade extremamente consumista, todos ideais de felicidade estão associados ao dinheiro, beleza, poder e fama.
Enfim, é difícil refletir sobre os verdadeiros valores que devem ser priorizados.
As pessoas sempre perguntam se o dinheiro traz felicidade, mas o fato é que os ricos nem sempre são felizes.
Porém, tudo depende de como a felicidade é definida.
Se a definimos com um olhar de satisfação material em relação à vida, percebemos, então, que há uma correlação muito forte, em todo o mundo, entre renda e felicidade.
A verdadeira felicidade está associada à ideia que fazemos de nossa própria realidade, a leitura do mundo que desenvolvemos.
É comum pessoas simples se sentirem felizes e realizadas, muito mais do que pessoas que não conseguem administrar os dígitos de sua riqueza.
Hoje, impera a ditadura do “ter” e as pessoas esquecem de ser.
Lamentavelmente, as crianças crescem sob esses falsos ideais e acabam perdendo noções de valores essenciais, incluindo a importância da educação, respeito e bom caráter.
O ideal de felicidade que está intrinsecamente associado ao dinheiro e à beleza causa problemas e frustrações, pois esses aspectos são efêmeros e não preenchem o vazio existencial inerente a todo ser humano desde o nascimento.
É preciso educar para ser feliz, isto é, as crianças devem aprender a praticar as virtudes, saber o que é respeito, por exemplo.
Portanto, o dinheiro e a beleza isolados de todas as virtudes não trazem felicidade.
Não podemos esquecer quem somos, ou seja, somos centelhas divinas repletas de sabedoria!
A felicidade está dentro de nós, antes de estar fora de nós!
Ser feliz é ser amado pelo que somos e não pelo que temos!

“Antes de diagnosticar a si mesmo com depressão ou baixa autoestima, primeiro tenha certeza de que você não está, de fato, cercado por idiotas.”
Sigmund Freud (1856-1939), médico neurologista e psicanalista austríaco.

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