Estes dias, circulando pela cidade, vi vários “out-doors” (foto) com a pergunta acima, e refleti a respeito.
A organização que idealizou e custeou aqueles painéis, pelo símbolo estampado, foi a Maçonaria, certamente indignada e motivada pelo descalabro e devassidão moral a que nossas instituições públicas, dos três “Poderes”, chegaram.
Para nossa vergonha no contexto doméstico e agora também internacional (as verdades dos bastidores já foram desmascaradas), quem governa o Brasil é uma ditadura judicial sem planos sustentáveis, sem segurança jurídica, casuísta e totalmente sem escrúpulos.
A Lei Maior, de 1988, que já era uma “colcha de retalhos”, deixou de ser o guia de esperança e de prosperidade nacionais, tão desrespeitada e aviltada que foi.
Considerando a triste realidade do Exército e da OAB, antes os principais moderadores da retaguarda social, haverem se acovardado e ficado em cima do insidioso muro, que atitude a soberania popular poderia tomar ?
Focou bem a Maçonaria, que em distantes épocas já influenciou com seus valores de liberdade e bons costumes, os destinos do país, mas atualmente se transformou em mais um “clube de serviços” apenas, em formular aquela pergunta, e sutilmente já apresentar a (única) resposta plausível: SEJA HONESTO !
Se cada criança e adolescente fosse criado em ambiente familiar sólido, com princípios cristãos, paciência e perseverança, e se as escolas as ensinassem a fazer, simplesmente, a “coisa certa” (que todo subconsciente sabe muito bem o que é) e com aulas de civismo, empatia e empreendedorismo, esse abismo onde caímos, não existiria.
SER HONESTO significa fazer ao outro exatamente o que gostaria que o outro fizesse para si e para a coletividade, sem esperar por reciprocidade nem reconhecimento.
Ao invés, não haverá regressão e nem salvação: o fundo do poço irá se rebaixando até o inferno, ainda nesta vida.
Se não tomarmos essa atitude, melhor seria aceitar o crime organizado ou pelo menos a “malandragem” decantada até em óperas e que sustenta a “lei de Gerson”, oportunismo falacioso do tirar proveito próprio, egoísta, em todas as relações. Nesse sentido, menos stress haveria se a definição formal de Brasil fosse, haver se transformado numa autêntica “república das bananas”, um país assumidamente mafioso e corrupto.
A experiência para melhor da vizinha Argentina, está servindo de exemplo de honestidade, valores e resultados sociais; não é necessário desenhar.
O antigo brocardo sempre nos recorda: pior do que a ação dos maus, é a omissão dos bons.
Esse out-door deveria ser multiplicado ao infinito e permanentemente, até que o senso comum o integrasse culturalmente.
QUER UM PAÍS MELHOR ? SEJA HONESTO, DÊ O EXEMPLO.