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Lendo O caos precede a ordem – por Elizabeth Leão
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> Blog > Categorias > Família > Comportamentos > Opinião > O caos precede a ordem – por Elizabeth Leão
FilosofiaOpinião

O caos precede a ordem – por Elizabeth Leão

Elizabeth Leão
Ultima atualização: agosto 15, 2025 11:40 am
Por Elizabeth Leão 6 leitura mínima
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“O caos precede a ordem” ou a “ordem vinda do caos”, são
expressões que evocam o mesmo significado: a partir do caos se
estabelece a ordem no mundo, a ordem das coisas.


Muito comum a existência de períodos de desordem, confusão ou
incertezas, antes de um estado de organização e clareza.


Todos já vivemos ou já experimentamos momentos de profundo
despertar em áreas de nossas vidas que pareciam desafios que
nunca mais teriam fim, que desesperançavam, que entristeciam.


Depois de momentos de profunda conscientização, o véu se
descortinava e podíamos enxergar um mundo novo, qualquer que
fosse a sua dimensão pessoal ou social.


Contudo, no presente momento, deparamo-nos com um cenário
muito mais amplo, que abrange todo o planeta. E, me pergunto se
o fato de me apoiar neste pensamento – o caos precede a ordem –
que nos acalenta o coração e o preenche de esperanças, não seria,
em verdade, uma espécie de fuga da dura realidade que vivemos.


Ao afirmar, muitas vezes, que tudo isto que vivenciamos, hoje,
representa um caminho para um mundo melhor, me leva a
questionar se isto poderia parecer uma tentativa de autoengano em
relação a estas situações atuais tão desafiantes.


Os nossos dias encontram-se incontestavelmente preocupantes em
face das profundas revelações de incompreensíveis turbulências
sociais, políticas, geopolíticas, econômicas, e mesmo espirituais.


Deparamo-nos com o que poderia ser uma classificação de níveis
de consciência da humanidade.


Muitos continuam vivendo sua vida como se nada estivesse
acontecendo ao seu redor, como se todos os escândalos políticos
fossem como sempre foram e que nada pode ser feito: daí, melhor
viver a minha rotina, o meu dia a dia, com minha família, com minha
sobrevivência, minhas viagens, minhas compras, e como “nada
posso fazer”, se eximem de qualquer responsabilidade com o que
está acontecendo ao seu redor: “Isto não é problema meu”.


Continuam alheios à realidade que está gritando ao seu redor.
Continuam focados nos seus próprios umbigos. São omissos.


Outros, já se preocupam com o estado das coisas e se angustiam
sem, contudo, buscar se aprofundar nas causas reais dos
problemas, na verdadeira origem do Sistema que transformou o
mundo e a sociedade.


Possuem, portanto, menor responsabilidade quanto à omissão dos
primeiros, pois, apesar de serem mais curiosos, mais informados,
ainda não ultrapassaram o liame que poderia levá-los a entender
a tênue linha que limita o conhecimento da causa primordial da
realidade que vivemos.


Agem como se todos os desmandos, corrupção, falcatruas, fossem
insuperáveis, impossíveis de serem extirpados da sociedade,
principalmente entre os políticos, muitas vezes incentivados pelo
meio empresarial que também pode ser desonesto.


Conhecem profundamente o comportamento e atividades corruptas
que avassalam nosso País, mas, apesar desse conhecimento, ainda
são capazes de eleger e manter pessoas nocivas e inescrupulosas
no Poder.


Sabe-se que os seres humanos se tornaram indivíduos fáceis de
manipulação, de acordo com os objetivos traçados há séculos e
que se transformaram em meros objetos das estratégias de
submissão a uma ordem superior de poder que interfere nos
costumes, na cultura, na educação, nos comportamentos.


Tudo isto pode ser verificado nas políticas identitárias, na origem
do feminismo, na visível desconstrução do ensino, principalmente
nas universidades, na destruição das famílias e do patriotismo. E,
principalmente, na busca insana de destruir a existência de Deus.


Por outro lado, deparamo-nos com pessoas que despertaram e que
entendem o momento crucial em que a humanidade está vivendo.


Este é um momento de transição planetária, acredite ou não, em
que estão sendo retirados todos os véus que sempre cobriram os
fatos.


Hoje, temos clareza a respeito da ausência de honestidade,
integridade, moral e ética da grande maioria dos homens públicos.
Mesmo as pessoas próximas, de convívio restrito ou social estão
sendo expostas, sendo reconhecidas em sua verdadeira essência,
seja positiva ou negativa.


Evidente o momento de insegurança na ordem jurídica, econômica
e política no nosso País. Evidente a presença de desmandos,
injustiças, manipulações, perseguições, ideologias, tudo em prol de
mais poder e prestígio. Evidente que velhas estruturas e padrões
estão sendo desfeitos, o que causa desconforto e confusão.


Vivemos momentos de mudança, de crescimento, de despertar, de
quebra dos grilhões da escravidão que nos sufocaram, nos
aprisionaram desde tempos remotos e que agora encontramo-nos
frente à oportunidade de destrui-los e de nos libertarmos.


Sim, este é o momento em que a velha identidade brasileira está
colapsando, momento em que as máscaras estão caindo, momento
em que as certezas estão se desintegrando.


Isto conduz a um vazio que parece não ter fim, que não tem
direção. Mas existe, sim, uma luz no fim do túnel, existe, sim, a
possibilidade de uma transformação profunda na sociedade
brasileira.


Todo este caos que está precedendo o despertar, a ordem divina
das coisas, está próxima. Não será fácil, com certeza. Não
sabemos os desafios que nos esperam nesta transição. Importante,
no entanto, a certeza de que finalmente haverá uma nova Nação,
forte, saudável, livre desta exploração arbitrária, desumana e
inconsequente.


Confio, e não é a “Síndrome de Poliana”, confio que tempos
melhores estão por vir. Confio que o Bem vence sempre o Mal.
Confio que estamos vivendo o tempo da Luz se instalar
definitivamente neste País abençoado e extirpar toda as sombras
da história nacional.


A humanidade será liberta da escravidão que lhe foi imposta pois,
Assim É!


A confusão e o caos se retirarão e darão lugar à ordem.


As relações serão verdadeiras e alinhadas com quem Somos na
nossa essência.

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