Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Lendo A alternância é a solução. Por José Crespo
Compartilhar
0 R$ 0,00

Nenhum produto no carrinho.

Notificação
Redimensionador de fontesAa
Redimensionador de fontesAa
0 R$ 0,00
  • Home
  • Blog
  • Planos-de-assinaturas
  • Contatos
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
  • Advertise
© 2024 ORBISNEWS | Todos os direitos reservados.
> Blog > Categorias > Política > A alternância é a solução. Por José Crespo
Política

A alternância é a solução. Por José Crespo

José Crespo
Ultima atualização: novembro 7, 2024 4:45 pm
Por José Crespo 5 leitura mínima
Compartilhar
Compartilhar

Sabe-se que o parlamentarismo é o melhor sistema de governo idealizado pelo homem (nesse sentido, abrangendo também o gênero feminino, e outros eventuais gêneros). É o que supera mais rápido os traumas políticos e o que encontra as melhores soluções para os problemas sociais emergentes. 

Nesse sistema existem, autonomamente, somente dois poderes: o Legislativo e o Judiciário, sendo que as funções executivas (orçamentárias e operacionais) cabem ao Gabinete (primeiro e demais ministros). 

O governo se forma e se mantem quando os vários partidos e ideologias se unem para escolher o primeiro-ministro, que não tem mandato ou seja, atua enquanto durar a confiança do Legislativo nele. 

No sistema presidencialista, como (infelizmente) o nosso, no Brasil, o povo vota e escolhe (em tese), por maioria absoluta, um dos candidatos para exercer o mandato como chefe do Poder Executivo. 

Em comparação com o parlamentarismo, aí começam os problemas. Existem partidos e candidatos demais, exigindo dois turnos para que se obtenha a maioria absoluta. E campanhas eleitorais cada vez mais falsas e demagógicas, voltadas apenas para obter os votos necessários, sem compromisso com programas de governo. Nesse campo, há candidatos que se elegeram por prometerem baixar o preço da picanha… 

E pior: conchavos políticos fizeram aprovar a possibilidade de reeleição dos mesmos, sempre para “concluir projetos sociais” e usando descaradamente a máquina pública, devidamente aparelhada e comprada nos primeiros anos. 

O povo, ou a parte cívica que sobrou depois do funesto encarceiramento do 8 de janeiro, com medo das sombras ou completamente desmotivado, simplesmente não comparece mais às urnas, gerando uma compreensível abstenção que beira os 40% (afinal, a multa de R$3,51 por essa abstenção, custa metade de uma tarifa de ônibus). 

A efetiva Educação do povo, nas escolas, que levaria ao discernimento político, não é desejada pelos partidos dominantes, pois com isso perderiam a dominação das “massas”. 

Em paralelo a toda essa desgraça, nestes dias aconteceu mais uma eleição presidencial americana – um país presidencialista. 

E ganhou exatamente o presidente defenestrado há 4 anos, sob alegados crimes e responsabilidades. 

Naquele país, o entendimento prevalente (da Suprema Côrte) é de que os presidentes somente podem ser julgados e punidos por infrações a atos típicos do próprio mandato. Portanto, Trump se livrou, se recandidatou e foi sufragado por uma estrondosa maioria da população. 

Trump tem defeitos, cotejados ao lado de suas virtudes ? Seguramente sim. 

Sua adversária, Kamala, ao lado das virtudes dela, tinha defeitos ? Seguramente sim. Como explicar e entender o senso comum oculto naquela avançada cultura? 

A verdade é que os americanos já entenderam que nenhum ser humano é infalível nem melhor do que outro, por mais diplomado ou experiente que seja. 

E o grupo que o candidato representa, democratas ou republicanos, por um lado não são ideologicamente tão diferentes, e pelo outro lado, apesar disso, não se misturam. 

Assim sendo, tanto faz se o novo mandatário é democrata ou republicano, se tem maioria ou não, nos parlamentos. É uma nação que tem princípios e leis que estão inculcados em seu âmago político e social, desde a sua fundação.  

Lá não existem “interpretações” espúrias das regras, nem autoridades constitucionais que se julgam acima da própria Constituição. 

Em outras palavras, qualquer grupo político que assuma o Poder, durante 4 ou até 8 anos, não conseguirá aparelhar o Estado aos seus interesses menores.  

Por final, e para nossa reflexão: muito mais do que este ou aquele, rotulados de “esquerda” ou de “direita”, apesar do presidencialismo (parlamentarismo seria melhor), nenhum governo americano será totalitário. 

O que garante isso, no oculto senso comum daquele povo, é a alternância no poder.

Você também pode gostar...

O impedimento e suspeição de ministros que irão julgar Bolsonaro – por Cesar Dario

Só faltava essa – por Cesar Dario

Alexandre, o que es tu? – por Marcos Cintra

Jânio renunciou para não ser renunciado. Militares deram, em 61, o pontapé inicial do golpe de 64 – por Alex Solnik

Quem vai governar e resolver os problemas do Brasil? – por Reinaldo Polito

MARCADO:Política
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Compartilhar
Por José Crespo
Ex-deputado estadual na ALESP
Artigo Anterior Santos volta a série a do brasileirão em 2025. Teixeira e Carille tem muito a ver com isso. Por Sergio Carvalho
Próximo Artigo Trump fez barba, cabelo e bigode. Por Alex Solnik
Deixe um comentário Deixe um comentário

Clique aqui para cancelar a resposta.

Acesse para Comentar.

Fique conectado!

FacebookLike
TwitterSeguir
InstagramSeguir
- Publicidade -
Ad image

Últimos artigos

VALEU, JAGUAR! – por Mário Rubial
Autores de M a N Comportamentos Homenagens
Tabagismo e pele: Como o cigarro acelera o envelhecimento e prejudica sua beleza – por Dra. Fernanda Nichelle
Saúde
Brasil ultrapassa os EUA e lidera cirurgias plásticas: reflexos culturais, sociais e médicos – por Dr. Carlos Tagliari
Brasil EUA Saúde
Conexões descartáveis, corações anestesiados: como a superficialidade adoece a mente – por Bruna Gayoso
Comportamentos Psicologia Relacionamento

Você pode gostar também

BrasilOpiniãoPolítica

Um novo Código Eleitoral de boiada? – por Roberto Livianu

agosto 26, 2025
BrasilDireitoJustiçaPolítica

Tecnicamente, há como se imputar crimes contra o Estado Democrático de Direito a Bolsonaro e aos demais acusados? – por Cesar Dario

agosto 26, 2025
América do SulBrasilComércioEUAMundoPolíticaRussiaUcrânia

Imperialismo disfarçado – por Márcio Coimbra

agosto 25, 2025
OpiniãoPolítica

A inversão dos conceitos – por José Henrique Reis Lobo

agosto 25, 2025

Receba nossos artigos.

Fique por dentro das opiniões mais importantes que influenciam decisões e estratégias no Brasil.

Siga-nos
© 2025 ORBISNEWS | O maior portal de artigos do Brasil. Todos os direitos reservados.
  • Advertise
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?