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Lendo A Fáscia e a Dor: O Que Está Escondido Sob Nossa Pele? Por Cristiane Sanchez
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Autores de C a DNenhumaSaúde

A Fáscia e a Dor: O Que Está Escondido Sob Nossa Pele? Por Cristiane Sanchez

Cristiane Sanchez
Ultima atualização: fevereiro 28, 2025 2:49 pm
Por Cristiane Sanchez 6 leitura mínima
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A fáscia é um tecido crucial para a mobilidade e percepção da dor, mas raramente recebe a atenção que merece. No entanto, ele é o tecido invisível que influencia tudo.
Muitas vezes, quando sentimos dores musculares persistentes, acreditamos que a origem está em um músculo tenso ou em uma articulação desgastada. No entanto, existe um componente essencial do nosso corpo que influencia diretamente o movimento, a postura e até mesmo a percepção da dor: a fáscia. Esse tecido conjuntivo fino e resistente envolve todos os músculos, órgãos e estruturas do corpo, funcionando como um elo de comunicação entre os sistemas.
Imagine uma malha de rede flexível que reveste tudo sob a pele, conectando diferentes partes do corpo de maneira contínua. Quando essa rede sofre tensões ou restrições, a dor pode surgir em locais inesperados. Uma aderência fascial no pé, por exemplo, pode afetar a postura e gerar dores na lombar. Uma fáscia tensionada no ombro pode limitar o movimento do pescoço e desencadear dores de cabeça.
Essa interconectividade faz com que a dor muitas vezes não tenha uma origem óbvia. Diagnósticos convencionais podem não detectar a fáscia como a fonte do problema, levando muitos pacientes a tratamentos que apenas mascaram os sintomas sem resolver a causa subjacente.
Estudos recentes mostram que a fáscia possui uma alta concentração de terminações nervosas e mecanorreceptores. Isso significa que ela não apenas responde às forças externas, mas também influencia diretamente nossa percepção da dor. Quando a fáscia se torna rígida, inflamada ou aderida a outras camadas de tecido, a mobilidade é comprometida e a dor pode se tornar crônica.
Pense em um elástico que precisa ser flexível para desempenhar sua função. Se ele resseca ou se enrola sobre si mesmo, sua capacidade de esticar e retrair fica comprometida. O mesmo ocorre com a fáscia: quando há falta de movimento, lesões ou estresse acumulado, essa rede de tecido perde sua elasticidade e passa a gerar desconforto.
A acupuntura tem um efeito direto sobre a fáscia. Quando uma agulha é inserida no corpo, ela não apenas estimula pontos energéticos, mas também influencia fisicamente o tecido conjuntivo. A inserção e rotação das agulhas promovem um efeito de liberação, desfazendo aderências e permitindo que a fáscia recupere sua flexibilidade.
Além disso, a acupuntura ativa a circulação sanguínea e linfática, promovendo a remoção de resíduos metabólicos que podem contribuir para a inflamação e a dor. Esse efeito faz com que a técnica seja uma aliada poderosa no tratamento de dores musculoesqueléticas e tensões crônicas.
Imagine alguém que sofre de dor persistente no quadril devido a uma postura inadequada. Em muitos casos, a fáscia ao redor da articulação está rígida e não permite o movimento adequado dos músculos e tendões. Com a acupuntura, essa tensão pode ser liberada, permitindo que o corpo recupere sua mobilidade natural e reduzindo a sobrecarga em outras regiões.
Além da acupuntura, outras técnicas podem atuar diretamente sobre a fáscia. O Gua Sha, por exemplo, é uma terapia chinesa que utiliza uma pedra delicada de jade ou outro material liso para deslizar sobre a pele, gerando um efeito de raspagem que estimula a circulação e libera aderências fasciais.
Um exemplo prático de sua eficácia pode ser visto em pessoas que passam horas em frente ao computador e desenvolvem tensão crônica no pescoço e nos ombros. O Gua Sha pode ser aplicado nessas regiões para quebrar restrições na fáscia, permitindo que o tecido se reorganize e o fluxo sanguíneo seja restaurado. Isso gera alívio imediato e melhora a amplitude de movimento.
Outras abordagens, como a ventosaterapia, também são eficazes para aliviar a tensão fascial. Ao criar um vácuo na pele, as ventosas elevam a fáscia, promovendo a circulação e ajudando a liberar bloqueios que podem estar contribuindo para a dor.
Muitas dores que parecem sem explicação podem, na verdade, ter sua origem na fáscia. Conhecer esse tecido e sua influência sobre a biomecânica e a dor nos permite buscar tratamentos mais eficazes e duradouros. Em vez de tratar apenas os sintomas, abordar a fáscia significa tratar a raiz do problema.
A combinação da acupuntura com técnicas como o Gua Sha e a ventosaterapia como tratamentos complementares, pode oferecer alívio significativo para pacientes que lidam com dores crônicas, restrições de movimento e desconfortos musculoesqueléticos. Mais do que um simples suporte estrutural, a fáscia é um componente fundamental para a nossa saúde e bem-estar.
Se a fáscia é o elo que mantém nosso corpo coeso, a acupuntura e as terapias manuais são as chaves que desbloqueiam sua capacidade de se adaptar e se regenerar. O corpo como um sistema interligado e dinâmico, onde cada agulha inserida não é apenas um ponto de estímulo, mas um fio que desenrola um emaranhado, restaurando a liberdade e o fluxo natural do corpo.
Para quem busca uma abordagem mais completa para o alívio da dor, compreender e tratar a fáscia pode ser o primeiro passo para promover um corpo mais flexível, resiliente, funcional e harmonioso.

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Por Cristiane Sanchez
Enfermeira, Dra em Saúde do Adulto, especialista em acupuntura e estética.
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