Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Lendo A PEC do Fim da Jornada 6×1: Um Passo Atrás no Caminho do Progresso. Por André Marques
Compartilhar
0 R$ 0,00

Nenhum produto no carrinho.

Notificação
Redimensionador de fontesAa
Redimensionador de fontesAa
0 R$ 0,00
  • Home
  • Blog
  • Planos-de-assinaturas
  • Contatos
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
  • Advertise
© 2024 ORBISNEWS | Todos os direitos reservados.
> Blog > Categorias > Política > A PEC do Fim da Jornada 6×1: Um Passo Atrás no Caminho do Progresso. Por André Marques
Política

A PEC do Fim da Jornada 6×1: Um Passo Atrás no Caminho do Progresso. Por André Marques

Andre Marques
Ultima atualização: novembro 22, 2024 12:02 pm
Por Andre Marques 5 leitura mínima
Compartilhar
Compartilhar

Em um momento de constantes mudanças nas relações de trabalho, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe extinguir a jornada de trabalho 6×1 e reduzir a carga semanal para 36 horas suscita debates acalorados. Embora apresente promessas como a melhoria da qualidade de vida, aumento da produtividade e geração de empregos, é necessário analisar de forma crítica os potenciais impactos dessa proposta. Ao que tudo indica, a PEC pode trazer mais prejuízos do que benefícios para a economia brasileira e para o ambiente empresarial.

A qualidade de vida dos trabalhadores é, sem dúvida, um objetivo essencial e legítimo. Contudo, questiona-se se o fim da jornada 6×1 é o caminho mais eficaz para alcançá-lo. Em um país com altas taxas de desemprego, muitos trabalhadores enxergam a possibilidade de jornadas contínuas como uma oportunidade de garantir renda e estabilidade, ao invés de um ônus. A redução da jornada, ao restringir a disponibilidade de trabalho, pode impactar negativamente a empregabilidade em setores que demandam alta flexibilidade operacional.

Além disso, o argumento de que a redução da jornada aumenta a produtividade carece de sustentação sólida. Um exemplo emblemático é o caso da França, que em 2000 reduziu a semana de trabalho para 35 horas. A expectativa era de que a mudança impulsionasse a produtividade e reduzisse o desemprego, mas os resultados foram decepcionantes. A produtividade não apresentou um aumento significativo, e as taxas de desemprego permaneceram elevadas, forçando o país a flexibilizar a legislação nos anos subsequentes.

No mesmo sentido, a Alemanha também experimentou políticas de redução de jornada, como o Kurzarbeit em momentos de crise, mas os resultados positivos ocorreram apenas devido à flexibilidade setorial e à adaptação cautelosa das regras. A criação de empregos massivos, que era um dos objetivos primários, foi limitada, evidenciando que o impacto no mercado de trabalho não é direto nem garantido.

Outro aspecto preocupante é o impacto financeiro sobre as empresas brasileiras. O aumento dos custos operacionais, especialmente em setores que exigem operação contínua, pode ser um desestímulo para investimentos e levar ao repasse desses custos para o consumidor. O Brasil, que já enfrenta desafios significativos para manter sua competitividade no mercado global, não pode arcar com medidas que elevem ainda mais o custo de produção e comprometam sua inserção no comércio internacional.

Por fim, o desafio da implementação dessa PEC também merece destaque. A mudança estrutural na jornada de trabalho exigirá tempo, recursos e um planejamento detalhado. Empresas, especialmente pequenas e médias, que são a base da economia brasileira, podem não estar preparadas para arcar com os custos dessa transição. Além disso, é provável que a alteração gere litígios trabalhistas, complicando ainda mais o ambiente jurídico e empresarial.

A história nos ensina que políticas públicas baseadas em boas intenções, mas mal planejadas, muitas vezes resultam em efeitos adversos. A experiência de países como França e Alemanha demonstra que a redução da jornada, por si só, não é uma solução milagrosa. No Brasil, a adoção dessa medida sem uma análise detalhada dos impactos pode representar um retrocesso em vez de um progresso.

Portanto, é essencial que o debate sobre a PEC seja conduzido com equilíbrio e seriedade, buscando soluções que conciliem a qualidade de vida dos trabalhadores com a sustentabilidade econômica das empresas. Mais do que nunca, é preciso ponderar: estamos realmente prontos para um passo tão ousado? Ou seria mais sensato investir em medidas que promovam a modernização das relações de trabalho de maneira gradual e responsável?

Por André Marques, advogado, mestrando em direito empresarial, especializado em governança assessoria jurídica empresarial e especialista em direito tributário

Você também pode gostar...

O impedimento e suspeição de ministros que irão julgar Bolsonaro – por Cesar Dario

Só faltava essa – por Cesar Dario

Alexandre, o que es tu? – por Marcos Cintra

Jânio renunciou para não ser renunciado. Militares deram, em 61, o pontapé inicial do golpe de 64 – por Alex Solnik

Quem vai governar e resolver os problemas do Brasil? – por Reinaldo Polito

MARCADO:Política
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Compartilhar
Artigo Anterior Trump e nós!! Por Gilberto Natalini
Próximo Artigo O papel das assistências na percepção do cliente de seguros. Por Fabiano Sardá
Deixe um comentário Deixe um comentário

Clique aqui para cancelar a resposta.

Acesse para Comentar.

Fique conectado!

FacebookLike
TwitterSeguir
InstagramSeguir
- Publicidade -
Ad image

Últimos artigos

VALEU, JAGUAR! – por Mário Rubial
Autores de M a N Comportamentos Homenagens
Tabagismo e pele: Como o cigarro acelera o envelhecimento e prejudica sua beleza – por Dra. Fernanda Nichelle
Saúde
Brasil ultrapassa os EUA e lidera cirurgias plásticas: reflexos culturais, sociais e médicos – por Dr. Carlos Tagliari
Brasil EUA Saúde
Conexões descartáveis, corações anestesiados: como a superficialidade adoece a mente – por Bruna Gayoso
Comportamentos Psicologia Relacionamento

Você pode gostar também

BrasilOpiniãoPolítica

Um novo Código Eleitoral de boiada? – por Roberto Livianu

agosto 26, 2025
BrasilDireitoJustiçaPolítica

Tecnicamente, há como se imputar crimes contra o Estado Democrático de Direito a Bolsonaro e aos demais acusados? – por Cesar Dario

agosto 26, 2025
América do SulBrasilComércioEUAMundoPolíticaRussiaUcrânia

Imperialismo disfarçado – por Márcio Coimbra

agosto 25, 2025
OpiniãoPolítica

A inversão dos conceitos – por José Henrique Reis Lobo

agosto 25, 2025

Receba nossos artigos.

Fique por dentro das opiniões mais importantes que influenciam decisões e estratégias no Brasil.

Siga-nos
© 2025 ORBISNEWS | O maior portal de artigos do Brasil. Todos os direitos reservados.
  • Advertise
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?