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Lendo Conviver é uma Arte. Por Ana Toledo
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Autore de A a BSaúdeSocial

Conviver é uma Arte. Por Ana Toledo

Ana Toledo
Ultima atualização: abril 23, 2025 7:38 pm
Por Ana Toledo 3 leitura mínima
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A maior problemática em relacionamentos, seja com quem for, está no dia a dia.

Meu saudoso avô, o jornalista Oswaldo Mariano, dizia que conviver é uma arte, e uma das mais difíceis.

Sábias palavras!

Se conviver ao lado de pessoas que conhecemos desde nossos primeiros anos de vida, como pai, mãe, irmãos e familiares, em geral, já é muito complicado, imaginem a convivência com pessoas que adentraram em nossas vidas, bem depois.

Nossos familiares possuem os mesmos hábitos, carregam a mesma tradição de anos e, até séculos. Falam a mesma linguagem e, mesmo assim, os conflitos são quase que inevitáveis.

Como, então, praticar a arte da convivência, evitando perturbações?

Somente com a prática da tolerância, haverá possibilidade de pacificar as relações, sejam elas quais forem.

Tolerar, não significa aguentar calado algo desagradável, ou sentir um vulcão prestes a entrar em erupção em nossas cabeças, nem deixar para lamentar em momentos de solidão.

Tolerar, é muito diferente, disso. É compreender que cada um está em seu limite, dentro do processo de evolução, e agem e pensam de acordo com esse limite.

Se uma criança chutar minha canela, provavelmente, compreenderei que não houve maldade naquele gesto. Apenas, uma forma, imatura, de chamar a atenção. Assim, de forma nenhuma, acumularei revolta ou mágoa com aquela atitude.

O mesmo pode e deve ser aplicado com adultos. Qualquer atitude que possa estar em desacordo com o que se acredita ser correto, deve ser encarada como sendo o melhor que aquela pessoa pode dar de si, considerando sua história de vida, sua capacidade de compreender os fatos, sua incapacidade de autoavaliação, e, assim, dar a ela o devido espaço para amadurecer.

Sentimento de ira, desejo de vingança, mágoa profunda ou qualquer outro sentimento que seja despertado por alguém com limitação emocional, coloca ambos no mesmo patamar. E como sempre digo: – não é porque os outros não conseguem ser melhores, que se deve ser pior.

Isso não é arrogância e não é menosprezar o outro. Ao contrário, é poupar-se e dar a todos, incluindo a nós mesmos, a chance de evoluir com cada episódio que poderia nos ferir.

Somente com a poda, uma roseira cresce bela e produz mais flores.

Afinal, a maturidade emocional é adquirida com vivência e, isso, ninguém pode ensinar. Somente o valioso tempo, pode fazê-lo.

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