Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Lendo Donald Trump: As Primeiras Medidas de um Segundo Mandato e Suas Implicações para os EUA e o Brasil. Por Walter Ciglioni
Compartilhar
0 R$ 0,00

Nenhum produto no carrinho.

Notificação
Redimensionador de fontesAa
Redimensionador de fontesAa
0 R$ 0,00
  • Home
  • Blog
  • Planos-de-assinaturas
  • Contatos
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
  • Advertise
© 2024 ORBISNEWS | Todos os direitos reservados.
> Blog > Categorias > Política > Donald Trump: As Primeiras Medidas de um Segundo Mandato e Suas Implicações para os EUA e o Brasil. Por Walter Ciglioni
NenhumaPolítica

Donald Trump: As Primeiras Medidas de um Segundo Mandato e Suas Implicações para os EUA e o Brasil. Por Walter Ciglioni

Walter Ciglioni
Ultima atualização: janeiro 23, 2025 2:53 pm
Por Walter Ciglioni 8 leitura mínima
Compartilhar
Compartilhar

A posse de Donald Trump como 47º presidente dos Estados Unidos marcou o início de um governo centrado em medidas drásticas, com foco no desmantelamento de políticas anteriores, especialmente as implementadas durante a gestão de Joe Biden. Suas primeiras ações suscitam debates profundos, tanto no campo jurídico quanto no socioeconômico, e prometem impactos que ultrapassam as fronteiras americanas, reverberando no Brasil e no mundo.
Essas políticas são vistas como um esforço para corrigir o que ele e seus apoiadores consideram os erros da globalização, que teriam afetado a competitividade americana e gerado dependência de outras nações, especialmente a China.
Ao sinalizar um modelo econômico mais protecionista, Trump busca garantir que os empregos permaneçam em solo americano, o que se traduz em apoio entre trabalhadores industriais e comunidades afetadas pela automação e pela transferência de fábricas para o exterior.
Quanto a política de Imigração e o Impacto Global, as primeiras iniciativas, Trump declarou “emergência nacional” na fronteira com o México, enfatizando o retorno em massa de imigrantes ilegais e a designação de cartéis como organizações terroristas. Sob a perspectiva jurídica, a aplicação da Lei dos Inimigos Estrangeiros (1798) para justificar essas ações reacende discussões sobre os limites do poder executivo no combate a ameaças internas e externas.
Para o Brasil, as implicações podem ser vistas em dois níveis. Primeiramente, a restrição à imigração pode afetar brasileiros que residem ilegalmente nos EUA, aumentando deportações. Além disso, ao adotar medidas protecionistas contra outros países, Trump promove um ambiente de instabilidade para o comércio global, o que pode impactar exportações brasileiras para o mercado americano.
Já na Liberdade de Expressão e Direitos Fundamentais, a ordem executiva de Trump para cessar “censura governamental” e restaurar a liberdade de expressão nos EUA levanta preocupações jurídicas sobre a interferência do Estado no papel regulador de plataformas digitais. Essa medida, embora pareça uma resposta à polarização política, pode criar desafios para o equilíbrio entre liberdade de expressão e proteção contra discursos de ódio.
Para o Brasil, onde questões semelhantes têm sido debatidas em relação ao Marco Civil da Internet, o impacto é tanto inspiracional quanto estratégico, pois reflete como governos podem intervir em regulamentações sobre o ambiente digital.
O tema da Energia e Sustentabilidade será um Retrocesso ou Nova Estratégia? Penso que A revogação do incentivo a veículos elétricos e a declaração de “emergência energética nacional” representam um movimento contrário às tendências globais de sustentabilidade. Trump propõe o uso intensivo de combustíveis fósseis como solução econômica, uma medida que contraria os compromissos internacionais assumidos pelos EUA em tratados climáticos.
Para o Brasil, maior exportador de petróleo para os EUA, essa decisão pode, a curto prazo, aumentar a demanda por commodities fósseis. Contudo, o desmonte de políticas ambientais americanas pode agravar as pressões internacionais sobre o Brasil em relação ao desmatamento e mudanças climáticas.
A postura menos rígida de Trump em relação ao meio ambiente poderá também influenciar as políticas ambientais de países parceiros, flexibilizando compromissos de transição energética e abrindo espaço para um relacionamento estratégico em energia e mineração.
A situação da taxação de Produtos Estrangeiros e Protecionismo Econômico o Presidente Trump anunciou tarifas sobre países estrangeiros como forma de financiar programas domésticos e fortalecer a indústria americana. A criação do Departamento de Eficiência Governamental, liderado por Elon Musk, sugere uma estratégia ousada de centralizar recursos provenientes de nações exportadoras.
Durante o primeiro mandato de Trump, houve aumento de tarifas sobre o aço brasileiro, e com sua reeleição, pode haver uma renovação ou intensificação dessas barreiras, caso as políticas de proteção à indústria nacional se tornem prioritárias. Esse cenário pode levar o Brasil a buscar alternativas de mercados para escoar seus produtos ou adaptar-se às exigências do novo governo americano para manter-se competitivo.
E no Mundo Jurídico e na Democracia o contexto da visão jurídica mundial, o retorno de Trump reabre debates sobre a democracia e o estado de direito nos Estados Unidos. A recente nomeação de juízes conservadores para a Suprema Corte americana, consolidando uma maioria de direita, gera preocupações entre líderes e analistas globais sobre a possibilidade de mudanças significativas em direitos e liberdades civis.
Em paralelo, a postura de Trump, que frequentemente desafia normas e tradições democráticas, levanta questões sobre o futuro da democracia nos Estados Unidos e seu impacto mundial, dado o peso da influência americana.
Para muitos juristas e especialistas em relações internacionais, essa guinada americana tem potencial para influenciar juridicamente outras nações. Países em desenvolvimento como o Brasil podem observar efeitos indiretos, seja por meio de alterações na política comercial e ambiental ou pela pressão internacional em temas de direitos humanos e governança.
Teremos impactos e Oportunidades para o Brasil visando a perspectiva de uma “era dourada” com Trump na presidência, para muitos americanos, representa uma promessa de estabilidade econômica, melhores salários e incentivos para pequenas e médias empresas.
Para o Brasil, a vitória de Trump representa um cenário desafiador, mas também de oportunidades em setores específicos. A forte demanda americana por commodities, uma das principais exportações brasileiras, ainda poderá servir como ponto de cooperação, embora sujeito a políticas de cotas e regulamentações tarifárias.
Além disso, Trump pode estabelecer acordos pontuais em setores onde vê benefícios econômicos mútuos, como o agronegócio e energia, o que poderia trazer avanços em temas como segurança alimentar e estabilidade das cadeias de suprimentos.
Reflexão Jurídica e Democrática
As ações iniciais de Donald Trump demonstram uma abordagem de ruptura com políticas progressistas, buscando um retorno a valores nacionalistas e protecionistas. Esse movimento, embora tenha apelo para certas parcelas da população, desafia os limites jurídicos e institucionais em uma democracia madura.
Para o Brasil, esses movimentos servem de alerta sobre a importância de manter os pilares do Estado democrático de direito. Além disso, a polarização americana reflete o desafio de preservar direitos fundamentais em contextos de profunda divisão social e política.
A abordagem de Trump reforça a complexidade de seu mandato e deixa o questionamento de como essa nova administração responderá aos desafios contemporâneos, incluindo o respeito aos interesses dos parceiros comerciais e a defesa dos pilares democráticos em um cenário global de transformações.

Você também pode gostar...

O impedimento e suspeição de ministros que irão julgar Bolsonaro – por Cesar Dario

Só faltava essa – por Cesar Dario

Alexandre, o que es tu? – por Marcos Cintra

Jânio renunciou para não ser renunciado. Militares deram, em 61, o pontapé inicial do golpe de 64 – por Alex Solnik

Quem vai governar e resolver os problemas do Brasil? – por Reinaldo Polito

MARCADO:Política
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Compartilhar
Por Walter Ciglioni
Jornalista Vice Presidenteda tv Aberta de SP
Artigo Anterior São Paulo, há 30 anos. Por Andrea Matarazzo
Próximo Artigo Crise do saneamento no litoral paulista e o impacto socioambiental do esgoto irregular. Por Larissa de Castro Coelho
Deixe um comentário Deixe um comentário

Clique aqui para cancelar a resposta.

Acesse para Comentar.

Fique conectado!

FacebookLike
TwitterSeguir
InstagramSeguir
- Publicidade -
Ad image

Últimos artigos

VALEU, JAGUAR! – por Mário Rubial
Autores de M a N Comportamentos Homenagens
Tabagismo e pele: Como o cigarro acelera o envelhecimento e prejudica sua beleza – por Dra. Fernanda Nichelle
Saúde
Brasil ultrapassa os EUA e lidera cirurgias plásticas: reflexos culturais, sociais e médicos – por Dr. Carlos Tagliari
Brasil EUA Saúde
Conexões descartáveis, corações anestesiados: como a superficialidade adoece a mente – por Bruna Gayoso
Comportamentos Psicologia Relacionamento

Você pode gostar também

BrasilOpiniãoPolítica

Um novo Código Eleitoral de boiada? – por Roberto Livianu

agosto 26, 2025
BrasilDireitoJustiçaPolítica

Tecnicamente, há como se imputar crimes contra o Estado Democrático de Direito a Bolsonaro e aos demais acusados? – por Cesar Dario

agosto 26, 2025
América do SulBrasilComércioEUAMundoPolíticaRussiaUcrânia

Imperialismo disfarçado – por Márcio Coimbra

agosto 25, 2025
OpiniãoPolítica

A inversão dos conceitos – por José Henrique Reis Lobo

agosto 25, 2025

Receba nossos artigos.

Fique por dentro das opiniões mais importantes que influenciam decisões e estratégias no Brasil.

Siga-nos
© 2025 ORBISNEWS | O maior portal de artigos do Brasil. Todos os direitos reservados.
  • Advertise
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?