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Por um “Brasil Brasileiro”! Por Gilberto Natalini

Gilberto Natalini
Ultima atualização: maio 23, 2025 2:39 pm
Por Gilberto Natalini 5 leitura mínima
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A história de vida no Brasil não tem sido fácil de algum tempo para cá.

Nosso Brasil é um país muito grande, com um recurso natural vasto e diversificado, rico em florestas, minerais, cursos de água, e possui uma população diversa, operosa, criativa, sensível e numerosa, produto de uma mistura de negros, brancos, amarelos e gente de toda parte do Planeta.

Somos considerados a 10ª economia do mundo.

Tem tudo para dar certo!

Mas não é o que está acontecendo. Pelo contrário!

Ostentamos, vergonhosamente, uma das maiores desigualdades sociais da terra. Aqui, a distância entre os mais ricos e os mais pobres é obscena, sendo que esses são a imensa maioria da população. Aqui, cerca de 8 pessoas/grupos, detém a riqueza de 100 milhões de pessoas. É intolerável!

Temos índices de criminalidade enormes, o que nos coloca entre os países mais violentos do mundo. O crime cresceu e se organizou de forma a se infiltrar em todas as camadas sociais, nas instituições públicas e privadas e em todas as regiões do país. A ponto de ser considerada a 8ª máfia do mundo.

Além disso, a corrupção se transformou em “mania nacional”, tendo os maiores corruptos, e suas quadrilhas, se instalando nos mais altos cargos da República, e em todos os poderes.

Nosso desenvolvimento econômico se apoia no caminho do agronegócio, que hoje é o principal componente do PIB.

Esse desenvolvimento sempre teve o caráter exploratório e predatório, e até hoje, diante da imensa ameaça das catástrofes climáticas, grande parte do nosso agronegócio ainda continua promovendo o desenvolvimento na base da exploração insustentável de seus recursos naturais, na terra, na água e no ar. Desmatamentos, queimadas, agrotóxicos são o nosso dia a dia.

Tudo que se procura fazer para mudar esse paradigma ainda é insuficiente.

Além disso, liderado pelo sistema financeiro internacional, esse modelo econômico, além de ser predador ambiental, é também, extremamente concentrador de renda e produtor da pobreza de nossa gente.

Os campeões de mando no Brasil são os rentistas, que vivem de juros, seja nos governos de “direita” ou de “esquerda” (as aspas são propositais).

Diante desse quadro real da nação, o brasileiro está com medo, com raiva, com desprezo, com descrença, com tristeza. O brasileiro vive sem sonhos.

Se um dia fomos um país do futuro, o futuro passou em nossa frente e nós não o capturamos.

Nossa Democracia, conquistada a duras penas, trouxe uma certa liberdade política, mas não trouxe as tão necessárias justiça social e moralidade pública.

Entra governo e sai governo, sobe um populista e sai outro, vai uma eleição e vem outra, e a nação brasileira não enxerga melhora no horizonte.

Pelo contrário, como dissemos acima, a nossa realidade mostra um cenário desanimador.

E daí???

As pesquisas mostram que, apesar das mazelas, o povo brasileiro, em sua grande maioria, ainda prefere a Democracia.

O povo está certo!!!

“A voz do povo é a voz de Deus”.

Temos que buscar nossa redenção dentro dos caminhos da Democracia.

“Ruim com ela, muito pior sem ela”!

O primeiro passo é conhecer e reconhecer a causa de todas as nossas mazelas: o modelo terrível de concentração de renda, espoliação do Brasil, que domina aqui.

Depois, entender e reagir à falsa, nefasta e tóxica polarização do Brasil, entre duas forças políticas e sociais, que se sustentam e se retroalimentam, num debate árido, insólito e odioso, que desune e enfraquece a nação, e não resolve nenhum de nossos problemas.

Nosso grito “livres da polarização” é preciso!

Criar um caminho democrático sólido, com um desenvolvimento sustentável, que respeite e recupere o meio ambiente, promover a distribuição de renda que tire o nosso povo da posição de pedinte e tratar com intolerância qualquer tentativa de roubar dinheiro dos impostos, é a saída para nós, um grande desafio, que demanda consciência, mobilização e organização de nosso povo.

Tarefa gigantesca!

Mas não temos como escapar dela, se queremos um “Brasil brasileiro”!

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