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> Blog > Categorias > Família > Comportamentos > Opinião > Redes sociais, pelo bem ou pelo mal! – por Gilberto Natalini
OpiniãoTecnologia

Redes sociais, pelo bem ou pelo mal! – por Gilberto Natalini

Gilberto Natalini
Ultima atualização: agosto 25, 2025 11:35 am
Por Gilberto Natalini 3 leitura mínima
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Eu não conhecia o Felca. Talvez por uma falha minha. De repente, ele denuncia e destrói uma rede de perversão contra crianças e adolescentes, que agia debaixo do nariz da sociedade e do governo brasileiro, e criou um debate nacional. Um “influencer” que usava os menores de idade para ganhar dinheiro, gerando “likes” nas redes sociais com a exposição de crianças e adolescentes a adultização, abusos e exploração sexual.

A perversão nas redes sociais da internet é enorme. Assim como os crimes financeiros, e todo tipo de golpes e espertezas.

Parte da internet transformou-se em terra de ninguém, ou melhor, em terra de pessoas de caráter e conduta reprováveis.

É como se, de repente, o lado ruim dos humanos achasse uma corrente de vento que o transportasse para todos os cantos da terra, e para dentro das mentes alheias.

As tecnologias quando surgem sempre revelam a dualidade de nossa espécie, em sua eterna e canônica luta entre o bem e o mal. Por exemplo, foi assim com a pólvora, a aviação, a energia nuclear, os compostos químicos, e agora com o mundo digital.

Mas, nunca vimos uma potencialização tão grande de uma inovação tecnológica, como a internet, com as redes sociais e a inteligência artificial.

Parece que se soltaram todos os anjos e demônios existentes dentro das pessoas que viajam pelos computadores e celulares numa velocidade e intensidade assustadoras.

A pedofilia é uma perversão sexual extremamente cruel, pois a vítima é indefesa e incapaz até de entender sua condição de vítima.

A denúncia do Felca levantou a coberta de uma situação muito comum, que todos sabem que existe e que se repete todos os dias, potencializado pelas redes sociais.

Ao lado disso, vemos crescer também o culto da ideologia do ódio, do preconceito, da homofobia, do racismo, da misoginia, levados também pelas “asas” das redes sociais.

Portanto, assim como foi feito com a imprensa, o rádio, a televisão e outros meios de comunicação, também é preciso achar os meios de proteger a sociedade dos desatinos das fake news e da barbárie. Também cabem aos pais, às famílias e a todos nós, defender nossas crianças desses riscos, orientando-as, criando os meios de privá-los dos ataques nocivos dessa prática das redes sociais.

É evidente que isso deve ser feito em conformidade com o direito de expressão e a liberdade de manifestação.

Esse equilíbrio é complexo e difícil de se estipular, mas é extremamente necessário.

E é claro, todos os casos de pedofilia e outros crimes e opressões devem ser prevenidos, investigados e punidos severamente.

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