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APOSENTADO, O ETERNO INJUSTIÇADO por Elias Skaf

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Mais uma vez, o sofrido aposentado brasileiro cai nas mãos do Judiciário, que de modo frio, calculista e completamente desprovido de sensibilidade social, encara a correção desta injustiça como mera ação matemática e política, agindo de acordo com seus interesses e de seus patrões do Executivo, ignorando direitos de quem contribuiu uma vida inteira, visando uma aposentadoria que lhe desse conforto e dignidade na sua velhice.

Para os homens da toga, somos meros colaboradores deste sistema cruel que visa, única e exclusivamente, interesses de poderosos que, ao longo dos anos , foram se beneficiando de acordos e negociatas, na calada da noite e em seus luxuosos e refrigerados ambientes, de onde produziam leis que beneficiavam apaniguados de toda sorte e ordem. Brasília é um ” outro ” país, que ignora o que acontece fora de lá. Nesta ” ilha da fantasia “, o resto do país não existe ou, se existe, serve apenas para subsidiar mordomias e salários milionários às custas do sangue, suor e lágrimas de um povo sofrido que vem sendo explorado há décadas por dirigentes cruéis, sem ética , compostura e senso de justiça. Somos apenas ” manés ” que assistimos a tudo, somatizando indignação, revolta e incredulidade.

Para nós, pobres aposentados , não tem ” caixa ” para corrigir injustiças, mas para eles, existe fundo partidário bilionário, salários e penduricalhos a perder de vista e reajustes muito acima da inflação, decididos em conluios e em questão de segundos. Este é o Brasil, nossa querida Pátria, entregue a predadores e roedores, que delapidam nosso patrimônio e roem nosso queijo, sem escrúpulos e ética. E aqueles que elegemos para nos representar, ficaram apenas nas promessas de campanha, virando as costas para quem confiou no chamado ” conto do vigário “. Para nós, simples aposentados sobram migalhas e o choro de quem vive num país de canalhas.

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1 comentário

1 comentário

  1. Mônica Farias Kail

    dezembro 3, 2023 at 10:55 am

    Disse tudo! Parabens! Certeiras palavras. Para nós, qualquer unidade percentual de aumento onera drasticamente os cofres públicos, constituído de moedas suadas e dolorosas até… Mas, os percentuais de altas dezenas, ja sobre seus altos e cobiçados proventos que, pelo visto, sob o olhar deles, nao lhes são sufucientes, como disse, na calada da noite e quórum completo, claro, esses nai oneram os cofres… porque seus olhos ja ali arregalam para cobrarem mais e mais dos contribuintes, para manter toda esss corja sob uma mordomia nojenta, que açoita o povo, pisando-o sem dó… Sem contar a idade, o tempo de contribuição com o qual se aposentam… Uma vergonha.

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