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Lendo O autoritarismo e os partidos brasileiros. Por Ronaldo Bianchi
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> Blog > Categorias > Política > O autoritarismo e os partidos brasileiros. Por Ronaldo Bianchi
Política

O autoritarismo e os partidos brasileiros. Por Ronaldo Bianchi

Ronaldo Bianchi
Ultima atualização: setembro 23, 2024 12:32 pm
Por Ronaldo Bianchi 4 leitura mínima
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O final da monarquia deveria representar o fim da opressão de um monarca e sua corte contra o povo. A prometida república seria o começo do diálogo como núcleo da democracia. As eleições prenunciariam os benefícios prometidos pelo eleito a serem entregues à sociedade. Até aí está a promessa. Está ocorrendo este movimento? O que encontramos na história brasileira são intervalos de períodos democráticos interrompidos por outros autoritários. Promessas políticas não cumpridas. Promessas interrompidas por partidos e grupos de interesse contrariados. Vargas interrompeu os ciclo de conchavos alternado. Vargas impôs uma ditadura para manter os interesse do seu grupo. Duas vezes. Entre 30 e 32. Depois entre 37 a 45. O fim da sua ditadura abre espaço para partidos conservadores, 45 a 50. Vargas retorna por voto direto e se suicida em agosto 54. 70 anos passados. Assume o vice e as eleições acontecem. Café Filho adoece. Assume Carlos Luz que tenta impedir a posse de Juscelino. General Lott, comandante do exército depõe Carlos Luz. Juscelino abre os cinquenta ano e cinco. Constrói Brasília e implanta a indústria automobilística. Juscelino é sucedido por Jânio eleito pela UDN. Jango eleito vice pelo PTB. Um conservador e outro reformista. Marcamos a data para a interrupção democrática. 1964 é resultado da formulação tenentista de 22. Regime forte para interromper descompassos políticos. 30 precedeu 64. Os militares no poder alijaram os concorrentes políticos. cassaram e exilaram. A oposição consentida se abrigou no Movimento Democrático Brasileiro a corrente civil servil A Aliança Renovadora Nacional. Dois partidos. Duas Secções. Formaram os guardas chuvas da oposição e posição. Os que ficaram de fora e acreditam que poderiam derrubar os militares via luta armada e implantar a ditadura do proletariado foram: presos e/ou torturados. Resultado: 400 mortos. O fim da ditadura abriu o sistema partidário. 40 anos depois temos 39 partidos. Um judiciário que assume papeis impensáveis, um legislativo ávido por emendas e um poder executivo federal populista catatônico. Bons governadores e nosso municípios mais bem gerenciados. Progredimos menos do que o necessário. Teve gente pedindo os milicos novamente. esqueceram que também fracassaram. Nos legaram uma economia esgarçada. Hiperinflação. Atraso tecnológico. O sucessor foi um servil ajudante da ditadura e se deu bem na vida por isto. Só a reforma de FHC deu certo. Dos cinco eleitos por voto popular: dois foram cassados no mandato, dois cassados pela justiça fora do mandato. Um deles foi julgado e considerado culpado por três instância. escapou das acusações por prescrição das penas. Não foi julgado em primeira instância. Na quarta e última retornaram o caso para a primeira instância. As causas prescreveram. Não foi julgado. Foi liberado por decurso de prazo. Foi eleito mais um vez presidente. Ele não foi inocentado. Ele não foi julgado. Truque bem dado pelos meandros judiciais. Liberam quem eles quiserem. Outro continua cassado até 2028, por enquanto. Deverá ser anistiado em 2025. O sistema partidário com 39 partidos é um balcão de negócios para segundo turno ou de votações apertadas. É um fracasso. Se as barreiras partidárias funcionarem, teremos 5 partidos até 2030. A democracia poderá ter um respiro. A ditadura surge pela esfacelamento econômica e moral. Ela termina pelos mesmo motivos.

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