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> Blog > Categorias > Política > PESSOAS INTELIGENTES NÃO BATEM BOCA POR CAUSA DE POLÍTICA. Por Reinaldo Polito
Política

PESSOAS INTELIGENTES NÃO BATEM BOCA POR CAUSA DE POLÍTICA. Por Reinaldo Polito

Reinaldo Polito
Ultima atualização: junho 11, 2024 1:07 pm
Por Reinaldo Polito 4 leitura mínima
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De uns tempos para cá, principalmente depois da eleição de Bolsonaro em 2018, os brasileiros passaram a discutir política de maneira mais intensa. O assunto virou prato do dia nos botecos, nos encontros familiares, na vida corporativa. Mais ainda nas incansáveis trocas de mensagens pelas redes sociais.

Esse deve ser motivo de comemoração. Afinal, as pessoas não poderiam continuar alienadas, sem se envolver com as questões que influenciam todos os aspectos da nossa vida. Tudo o que acontece conosco está direta ou indiretamente associado com as decisões tomadas pelos políticos.

Consciência cívica

Realmente, esse civismo, essa consciência crítica andava hibernando, fora das preocupações da maioria da população. Era só alguém mencionar um fato político que as pessoas reagiam até com certa indignação: “ah, detesto política. Não vem com esse assunto chato”.

E assim, rapidamente, a conversa mudava de direção, voltando a temas mais corriqueiros. Esses refratários supunham, ingenuamente, e de forma equivocada, que essas questões poderiam ser debatidas porque nada tinham a ver com política.

Vale a pena?

Depois de nos acostumarmos com a volta das discussões sobre essa matéria, a pergunta que se faz é: afinal, é salutar mesmo discutir política? A resposta mais apropriada seria sim. E não. Você já deve ter constatado exemplos de situações extremas com desentendimento por divergências políticas entre amigos e familiares.

O enredo é conhecido. Quase sempre, a conversa começa amena, mas vai tomando proporções descontroladas até que a razão deixa de existir. Cada um fechado em suas próprias opiniões, independentemente de estarem certas ou erradas, sem ao menos ouvir o que as outras pessoas pensam sobre o assunto.

Sábio conselho

Não é de hoje que ouvimos este velho e sábio conselho: não se discute política, futebol e religião. A não ser que seja mesmo muito necessário. Na obra “Como se aprende a conversar”, José Guerreiro Murta, dá conselhos interessantes sobre a boa convivência:

“As pessoas, que fazem visitas de cerimônia, evitam com cuidado os assuntos que podem dividir opiniões. Quando abordam temas dessa natureza, dissimulam o mais possível a contradição e chegam muitas vezes até a sacrificar as suas ideias para mostrar que estão de acordo”.

Aqueles que insistem em ganhar discussões possuem, na maioria das vezes, o comportamento dos tolos. Se refletissem um pouco, poderiam concluir que não teriam nenhum benefício tentando impor sua opinião.

Deduziriam que seria mais vantajoso dizer, depois de ouvir os argumentos contrários, simplesmente “talvez tenha razão”. E dessa forma, evitar contendas que não levariam a nenhum lugar. O resultado, em quase todos os casos, é de conflito e desavenças.

Néscios alienados?

Não, não deveríamos nos comportar como néscios alienados, escondendo-nos dos acontecimentos que nos rodeiam e deixando por conta dos outros as decisões que caberiam a nós. Nunca devemos permitir, quando podemos, que outras pessoas resolvam questões que determinam o nosso destino.

Lembremo-nos de que nosso emprego, nossa segurança, nossa saúde, nossa qualidade de vida, tudo depende do que os políticos decidem. Por isso, temos a obrigação de participar, de estar presente, de tentar influenciar. Mas daí a estabelecermos confrontos desnecessários, discutindo questões políticas, guiados pela emoção há um abismo. É sinal de insensatez.

Insisto, não é para deixar de conversar sobre esses temas. Devemos, antes, avaliar se vale a pena discutir essas questões com o intuito de tornar nossa maneira de pensar vitoriosa. Não é simples. Eu mesmo tenho me esforçado nesse sentido. Devagar, principalmente com os meus erros, vou aprendendo cada dia mais.

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