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Lendo QUANDO A IMPUNIDADE NO BRASIL SE TORNA TESE DE DEFESA DE RÉU por Jorge Lordello
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> Blog > Categorias > Justiça > Direito > QUANDO A IMPUNIDADE NO BRASIL SE TORNA TESE DE DEFESA DE RÉU por Jorge Lordello
Direito

QUANDO A IMPUNIDADE NO BRASIL SE TORNA TESE DE DEFESA DE RÉU por Jorge Lordello

Jorge Lordello
Ultima atualização: fevereiro 7, 2024 4:01 pm
Por Jorge Lordello 2 leitura mínima
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O advogado brasileiro Roberto Cabral da Costa Neto foi condenado criminalmente nos EUA à pena de dois meses de prisão por envolvimento em práticas de “insider trading”. No Brasil essa tipificação penal também existe; é a “informação privilegiada” vazada de forma ilícita, que pode comprometer o equilíbrio de condições entre os participantes no mercado de capitais, sendo que a pena é de um a cinco anos de prisão.  

Os advogados americanos que defenderam o colega brasileiro, apresentaram tese de defesa extremamente curiosa que vale a pena a reflexão. A argumentação é que o réu viveu a maior parte do tempo no Brasil e que sua percepção é que esse tipo de conduta não leva ninguém à prisão em seu país de origem, tanto é verdade, que entre 2008 e 2018 ocorreu apenas uma única condenação na terra brasilis, que redundou em prestação de serviços comunitários, não em prisão. Ou seja, os advogados criaram tese de que a mentalidade do cliente brasileiro em relação a impunidade deveria ser levada em conta pela justiça americana.  

Portanto, chegamos ao cúmulo onde o fracasso em colocar marginais na cadeia em nosso país virou tese de defesa para tentar livrar brasileiros de prisão em outros países, o que, por certo, não vai colar.

Mas uma pergunta importante se faz presente:

Por que os congressistas no Brasil não corrigem as distorção das leis penais, retirando direitos absurdos dos investigados, criando mais obrigações aos culpados, acelerando o processo investigativo e criminal para termos julgamentos rápidos e sem a possibilidades de recursos meramente protelatórios se essa é a vontade da quase unanimidade da população brasileira?

Provavelmente, essas mudanças não são formalizadas em virtude da pressão política de grupos interessados no livre trânsito da criminalidade ou, talvez, seja o instinto de autopreservação de vários dos autores das leis federais no Brasil.  

JORGE LORDELLO

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Apresentador do programa operação de risco e experiência de 25 anos como delegado de policia em São Paulo
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