Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Lendo EDUARDO BOLSONARO ESTÁ CORRETO – E O REGIME ESTÁ EM CRISE por Fernando Pinheiro Pedro
Compartilhar
0 R$ 0,00

Nenhum produto no carrinho.

Notificação
Redimensionador de fontesAa
Redimensionador de fontesAa
0 R$ 0,00
  • Home
  • Blog
  • Planos-de-assinaturas
  • Contatos
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
  • Advertise
© 2024 ORBISNEWS | Todos os direitos reservados.
> Blog > Categorias > Política > EDUARDO BOLSONARO ESTÁ CORRETO – E O REGIME ESTÁ EM CRISE por Fernando Pinheiro Pedro
Política

EDUARDO BOLSONARO ESTÁ CORRETO – E O REGIME ESTÁ EM CRISE por Fernando Pinheiro Pedro

Antonio Fernando Pinheiro Pedro
Ultima atualização: julho 12, 2025 3:46 pm
Por Antonio Fernando Pinheiro Pedro 13 leitura mínima
Compartilhar
Compartilhar

Ruptura Institucional à vista?

Acredito piamente que estamos próximos de uma ruptura institucional

Essa é uma visão alarmante, mas compreensível diante do cenário  disfuncional hoje sofrido no Brasil. O governo do País é uma nave sem rumo, mal comandada, fazendo água no porão e lotada de ratos transitando no convés e no tombadilho.

A percepção de uma ruptura institucional reflete a gravidade da crise de confiança popular  nas instituições brasileiras.  

Não se trata de crise ocasional. A desconfiança tornou-se sistêmica. 

O Cenário Interno

Os poderes da República perderam credibilidade em larga escala.  Arreganhos e rosnados proferidos, por sua vez, em eventos com baba-ovos ou sessões litúrgicas, beiram uma comédia de Moliere… divulgada por uma imprensa falida e desacreditada. Esses fatos tornam a afirmação de poder ainda mais trágica e ridícula. 

O equilíbrio entre os poderes já ruiu, e  a estabilidade democrática está em risco.  Não há caminhos viáveis para reverter a situação com remendos intestinos. A confiança nas instituições já foi excretada nesse processo.

Nenhum regime político impopular, disfuncional e corrupto, sobrevive pendurado numa corte judicial igualmente impopular, tolerada por um parlamento acovardado. 

A história mundial ensina que forças de segurança e unidades militares sem credibilidade, não resistem à primeira onda de protestos populares. 

Aliás, nesse ponto, a “contabilidade” dos idiotas, em relação às mobilizações de rua e fluxos nas redes sociais, busca dissimular o evidente descontentamento popular com o regime e a resiliente popularidade dos opositores à balbúrdia, reflexo da má qualidade dos quadros que ainda chafurdam no lamaçal fétido da moribunda “Nova República”.

Portanto, se essa ruptura for percebida como real, as consequências serão profundas: da governabilidade à erosão da credibilidade internacional do Brasil. Além disso, a polarização política pode se intensificar, dificultando ainda mais o diálogo interno  e a busca por soluções.

Pesquisa ATLAS de 2025. Nunca antes, na história, a opinião pública entendeu que instituições de tutela do Estado de Direito… fossem “ameaça” ao próprio Estado de Direito.

Tudo é Fruto de um Processo

O  Brasil já atingiu a percepção generalizada de deterioração do tecido institucional pela corrupção e disfuncionalidade. 

Leis são implementadas “quando e onde interessam”. O grau de impunidade se equipara ao desprezo com que cidadãos comuns são tratados nos balcões da burocracia. A impopularidade das instituições é notória e  acelera o processo de desobediência civil – ativa e passiva. A questão, portanto, não é se, mas como e quando a insatisfação se traduzirá em mudanças concretas e disruptivas. 

Um primeiro “ensaio” disruptivo foi a revolta generalizada, ocorrida em 2013. As manifestações tiveram  repercussão internacional, unindo-se a outras mundo afora, contra o domínio globalista e ditaduras esquerdistas.

As manifestações de 2013 no Brasil, começaram com demandas específicas, como a redução das tarifas de transporte público. Mas rapidamente se expandiram para incluir uma ampla gama de insatisfações sociais e políticas, que resultaram numa inédita caça aos corruptos, um impeachment presidencial e realização de reformas que há muito dormiam nos escaninhos do Parlamento. 

O Brasil integrou uma onda global de protestos, fortemente articulados pelas vias digitais – livres da censura oficial e da barragem da imprensa subalterna. 

“Primaveras” similares ocorreram no Oriente Médio, Ucrania, Hungria e no Norte da África. Esses movimentos refletiram um descontentamento com sistemas percebidos como opressivos ou desconectados das necessidades populares. O grande foco foi o até então dissimulado movimento “Globalista”. ¹

O Veneno Globalista-Progressista

O globalismo progressista, camuflado de ação por “uma nova ordem mundial”,  ficou exposto, já revelou toda a sua periculosidade. 

Essa guerra fria (e quente) dos globalistas contra soberanistas, transcende… e muito, o embate dito “esquerdaXdireita”, no qual muitos analistas encontram-se ainda envolvidos. Sobre esse assunto, recomendo a leitura de um artigo que escrevi tempos atrás, abaixo referido.²

O globalismo não resistiu à liberdade de expressão promovida pelas redes sociais – por isso tratou de orientar seus “players” remanescentes a sequestrarem  o tabuleiro da democracia – para de  qualquer forma neutralizá-la. 

Pandemias caíram “sob medida”, para serenar ânimos e revoltas com os regimes submetidos ao sistema globalista. A desconstrução engendrada na soberania popular, a judicialização da política e a censura sistemática às expressões nas redes sociais, conferiram uma ilusão de ter a “onda conservadora” se reduzido a um momento passageiro de expressão coletiva. 

Porém, a história nos mostra que movimentos sociais tendem a ganhar força com refluxos, crises e rupturas… não se dissipam por censura midiática ou magia togada. Portanto, todos os pontos do novelo estão inevitavelmente conectados. 

A propósito, o envolvimento militar em questões políticas, também não se dissipa com bravatas de comandantes sem prestígio ou diatribes proselitistas. Esse componente sempre é profundamente controverso, tanto no plano doméstico quanto internacional.  

Na história brasileira, latino-americana, europeia, africana e asiática…  o fator militar sempre foi um componente transformador. Assim, “clamar por unidade”… só revela haver, de fato, desprestígio e desunião na tropa.  

Toda ação política tem por horizonte a violência. Essa definição é que explica a necessidade da própria política estruturar fórmulas, sistemas e procedimentos que  evitem as crises atingirem esse horizonte. 

A submissão injusta representa degradação da honra, gera instabilidade quando a confiança na estrutura de comando é abalada. Essas implicações profundas afetam a estrutura militar e a forma como a instituição se apercebe perante a Nação.  A força apequenada passa a ser desprezada pela sociedade. 

Há pouco tempo atrás, compartilhei um artigo onde abordei, de forma sistemática, a crise de credibilidade da gandola e da toga. A perda de confiança nessas instituições pode impactar a legitimidade e a moral, tanto internamente quanto na percepção pública. Pode ampliar o  risco de desconexão entre a população civil, poderes constituídos e as Forças Armadas.³

O fator Eduardo Bolsonaro

Todo esse quadro é relevante para entrarmos na questão gravíssima, com grande impacto diplomático, da decisão estratégica do Deputado Eduardo Bolsonaro se licenciar do cargo e permanecer nos EUA.

A decisão de Eduardo Bolsonaro está profundamente conectada ao contexto de crise institucional e desconfiança geral nas instituições brasileiras. 

Eduardo Bolsonaro justificou sua saída como forma de buscar “justas punições” contra figuras do Judiciário, especialmente o ministro Alexandre de Moraes, e de lutar pela anistia dos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro de 2023.

Ele fez a escolha certa. Estamos, no Brasil, lidando com instituições tomadas por um comportamento psicopata. 

O ato desesperado de banalizar o controle concentrado de constitucionalidade, infringir a Constituição e a lei, no varejo e no atacado, para gerar foro específico contra “inimigos da democracia” – constitui fase histórica desesperada, característica da instituição  dos chamados “tribunais populares” – monstruosidades que testemunhamos entre nazistas e comunistas. 

A promoção em massa de atos de censura, banimento de redes sociais, apreeensão de bens, processos e prisões “kafquianos”, determinados de formas inacreditáveis, ganham maior escala na medida em que  a opinião pública internacional toma consciência do desarranjo institucional em curso no regime brasileiro.  

Funcionamos conforme o que nos dita uma juristocracia engajada num regime em frangalhos. 

As instituições brasileiras há muito resvalaram nos tipos penais atentatórios aos Direitos Humanos e, também, nas condutas infracionais que justificam adoção de sanções financeiras e de restrição internacional, por restringirem a liberdade de expressão. 

Eduardo Bolsonado, com a escolha estratégica de agir “no exílio”, busca um posicionamento de dissidência clássica. Sua atitude expõe o estado disfuncional do regime juristocrático brasileiro, servil ao globalismo e engajado com o chamado “eixo do mal” – formado por Irã, Venezuela, Nicarágua, e movimentos narcoterroristas como o Hamas, Farc, ELN e etc. 

O posicionamento de Eduardo Bolsonaro busca fortalecer a até aqui bem sucedida investida da direita brasileira no campo internacional, denunciando o regime esquerdista em frangalhos, que hoje sobrevive como um apêndice na toga de uma juristocracia desnorteada. Denuncia um conluio “salvacionista” que pulverizou a Constituição fazendo uso de uma “fragmentadora jurisprudencial”, instalada na cúpula da instituição que deveria protegê-la: o Judiciário – um sistema em  frangalhos, que tutela um grupo de iludidos e não a Nação. 

A instabilidade política e a perda de credibilidade impactam negativamente a economia brasileira – é fato. Mas  forma clássica de combater regimes fraudulentos passa pela restrição dos investimentos estrangeiros e aumenta a percepção de risco do país.  

Aliás, é preciso reconhecer que, passados todos esses anos de governo Lulo-petista… nada, de fato, foi implementado para ampliar a capacidade econômica do Brasil. 

Pelo contrário, parte da nossa elite econômica parece estar satisfeita com as “mesadas” conferidas em políticas de crédito oportunistas e imediatistas. Isso é que deve ser combatido – não justa posição de Eduardo Bolsonaro no campo internacional.  

Um detalhe geoestratégico importante: a permanência do parlamentar no exterior,  criticando abertamente o sistema juristocrático, está estrategicamente alinhada  no combate dos governos conservadores contra o modelo fraudulento de soberania judicializada – travado nos Estados Unidos, na Argentina, em El Salvador, no Paraguai, na Alemanha, na Itália, na Romênia e, em breve, em Portugal, Espanha e França.  

Essa batalha é acompahada de perto por Russia, Japão e China – que nunca  nutriram qualquer simpatia à hipocrisia farsesca globalista. 

Eduardo Bolsonaro, não está sozinho. Cresce internacionalmente, protege-se das investidas autoritárias do sistema psicopata que o persegue, ganha respeito e credibilidade, para voltar ainda mais forte ao cenário político brasileiro –  o qual, repita-se, está muito próximo de sofrer uma ruptura, para o bem da democracia, da liberdade de expressão e do combate à corrupção e à violência.

Toda a crítica aberta ao atual sistema político e judiciário no Brasil é legítima. 

Mascarar a verdade em nome de um “nacionalismo” hipócrita – ainda mais provindo de uma esquerda que nunca tratou de defender os interesses do Brasil, só reforça a necessidade de provocar a mudança do quadro geopolítico em relação ao País. 

Um anão diplomático no Eixo do Mal

As sanções norte americanas, ainda que de caráter tarifário e econômico, ocorrerão em função da política adotada pelo medíocre regime que hoje impera no Brasil. 

De fato, um regime que hostiliza os Estados Unidos sistematicamente, recebe de braços abertos inimigos do ocidente pluralista, acoberta narco ditaduras e flerta com organizações terroristas, não pode de forma alguma esperar homenagens e flores do governo norte americano e demais potências ocidentais que prezam a civilização judaico-cristã-pluralista, a livre-iniciativa e a economia de mercado.

O paradoxo no qual o Brasil se envolveu, expôs toda a fragilidade institucional que hoje dá suporte à “metamorfose ambulante” lulopetista.  E isso… seja nos meios de inteligência, seja na própria imprensa internacional, já foi detectado. 

Conclusão

Em resumo, o contexto atual representa um momento crítico para o Brasil, com riscos significativos tanto no plano interno quanto no externo. 

A forma como o país lida com essa crise determinará seu papel no cenário global nas próximas décadas.

Você também pode gostar...

O impedimento e suspeição de ministros que irão julgar Bolsonaro – por Cesar Dario

Só faltava essa – por Cesar Dario

Alexandre, o que es tu? – por Marcos Cintra

Jânio renunciou para não ser renunciado. Militares deram, em 61, o pontapé inicial do golpe de 64 – por Alex Solnik

Quem vai governar e resolver os problemas do Brasil? – por Reinaldo Polito

MARCADO:Política
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Compartilhar
Artigo Anterior Evidência, protocolo e padronização são fundamentais para o avanço da telessaúde no Brasil – por Paulo Guedes
Próximo Artigo CRIMES CONTRA A ECONOMIA POPULAR – por Ribas Paiva
Deixe um comentário Deixe um comentário

Clique aqui para cancelar a resposta.

Acesse para Comentar.

Fique conectado!

FacebookLike
TwitterSeguir
InstagramSeguir
- Publicidade -
Ad image

Últimos artigos

VALEU, JAGUAR! – por Mário Rubial
Autores de M a N Comportamentos Homenagens
Tabagismo e pele: Como o cigarro acelera o envelhecimento e prejudica sua beleza – por Dra. Fernanda Nichelle
Saúde
Brasil ultrapassa os EUA e lidera cirurgias plásticas: reflexos culturais, sociais e médicos – por Dr. Carlos Tagliari
Brasil EUA Saúde
Conexões descartáveis, corações anestesiados: como a superficialidade adoece a mente – por Bruna Gayoso
Comportamentos Psicologia Relacionamento

Você pode gostar também

BrasilOpiniãoPolítica

Um novo Código Eleitoral de boiada? – por Roberto Livianu

agosto 26, 2025
BrasilDireitoJustiçaPolítica

Tecnicamente, há como se imputar crimes contra o Estado Democrático de Direito a Bolsonaro e aos demais acusados? – por Cesar Dario

agosto 26, 2025
América do SulBrasilComércioEUAMundoPolíticaRussiaUcrânia

Imperialismo disfarçado – por Márcio Coimbra

agosto 25, 2025
OpiniãoPolítica

A inversão dos conceitos – por José Henrique Reis Lobo

agosto 25, 2025

Receba nossos artigos.

Fique por dentro das opiniões mais importantes que influenciam decisões e estratégias no Brasil.

Siga-nos
© 2025 ORBISNEWS | O maior portal de artigos do Brasil. Todos os direitos reservados.
  • Advertise
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?