Não nascemos na União, nem no Estado. Somos naturais de uma cidade. É o município a entidade federativa mais importante para cada ser humano. E a responsabilidade cidadã é algo ínsito à civilização.
Temos o privilégio de viver a nossa peregrinação pelo planeta, na maior cidade do país e na quinta maior aglomeração urbana do mundo. Esta São Paulo cheia de encantos, mas também complexa nos desafios a serem enfrentados por todos.
Sim: a responsabilidade por fazer com que São Paulo, além das oportunidades que se multiplicam a partir de segura orientação de seus rumos, se converta na cidade dos nossos sonhos, é de cada um de nós.
Fazer com que São Paulo seja agradável, acolhedora, sorridente e verde é uma obrigação que todo ser humano consciente deveria assumir com alegria e determinação.
Consumir menos, desperdiçar menos, descartar adequadamente os nossos resíduos sólidos é uma questão ecológica, mas também de saúde e de impacto econômico bastante considerável.
Ajudar a esverdear ainda mais São Paulo, que já tem 54% de seu território provido de cobertura vegetal, é algo que deveria ocupar aqueles que procuram uma atividade útil, além do cumprimento estrito de seus deveres profissionais. A parte cidadã de cada munícipe desta gigantesca pauliceia pede que intensifiquemos nossa atuação benfeitora, para que o orgulho de ser paulistano reverta em constante aprimoramento do nosso convívio.
Somos todos chamados e não existe a possibilidade de não ouvir esta conclamação. Atendê-la significa propiciar às atuais e futuras gerações a qualidade de vida com que sonhamos e que está ao alcance dos que fomos brindados com a possibilidade de viver paulistanamente.
Mãos à obra! Há missões indeclináveis para cada um. Todos somos chamados a atuar em benefício da comunidade.
*José Renato Nalini é Secretário-Executivo das Mudanças Climáticas de São Paulo.












