O espírito de Natal sempre chega como um sopro manso, mesmo quando a vida anda áspera. Ele não resolve tudo, não apaga dores antigas, não muda o mundo de um dia para o outro. Mas ele desperta algo que...
Na última crônica, falei do meu início na Editora Abril em 1967. Uma história puxa outra e eu lembrei de mais um caso daqueles bons e saudosos tempos. No recém construído prédio de 8 andares na Margin...
Pior. Toda hora. Querem saber o que gente pensa, acha, vai votar daqui há um ano, comprou, avaliou. Virou praga. Por todos os cantos, pesquisas, e-mails, mensagens via whatsapp, estrelinhas, de 1 a 5,...
Meados de 1967, entrei na Editora Abril. Na época, era uma empresa poderosa, talvez com mais prestígio do que a TV Globo nos seus melhores momentos. Em menos de 1 ano fui promovido a Supervisor de Pro...
Fiquei emocionada em assistir uma reportagem local sobre a reunião que um grupo de coreanos faz todas as sextas-feiras aqui em São Paulo, no Bairro Bom Retiro, onde vivem, para limpar as ruas. Muitos ...
Desta vez foi o Lô Borges que nos deixou. A cena musical brasileira está ficando cada vez mais pobre porque nossos ídolos estão partindo. Dirão: – Pare de ser nostálgico e ouça as novidades. Afi...
É possível imaginar o réu acusado de crime grave receber benefícios por ter tido bom comportamento na cadeia. Mas ele está preso por ter tido mal comportamento fora dela… Para o empregado dedica...
No período em que fui chefe do departamento esportivo da Rádio Bandeirantes, naquela época chamado scratch do rádio, chegava a dar quase 70 por cento de audiência nas transmissões esportivas. Locutore...
Minha atividade profissional voltada para a reportagem geral, e não apenas focada nos esportes como até então, começou em 1965, inicialmente como setorista no Departamento de Investigações (atual DEIC...
Passei meu último final de semana em Santos. Como já disse outras vezes, não nasci naquela bela cidade por um triz. Mas continuo com o mesmo espírito praieiro de sempre. Costumo fazer minha caminhada ...
















