Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Lendo Como a IA está revolucionando o aprendizado corporativo – por Diogo Aguilar
Compartilhar
0 R$ 0,00

Nenhum produto no carrinho.

Notificação
Redimensionador de fontesAa
Redimensionador de fontesAa
0 R$ 0,00
  • Home
  • Blog
  • Planos-de-assinaturas
  • Contatos
  • Home
    • Conheça o Orbisnews
  • Autores
  • Blog
  • Categorias
    • Administração
    • Brasil
    • Cultura
    • Clima
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Família
    • História
    • Jornalismo
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mobilidade
    • Mundo
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tecnologia
    • Turismo
  • Contatos
    • Assessorias de imprensa
    • Saiba Como Divulgar Artigos no Orbisnews
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
  • Advertise
© 2024 ORBISNEWS | Todos os direitos reservados.
> Blog > Categorias > Tecnologia > Como a IA está revolucionando o aprendizado corporativo – por Diogo Aguilar
TecnologiaTrabalho

Como a IA está revolucionando o aprendizado corporativo – por Diogo Aguilar

Redação
Ultima atualização: agosto 25, 2025 12:08 pm
Por Redação 5 leitura mínima
Compartilhar
Compartilhar

A Inteligência Artificial se tornou uma grande aliada em diferentes setores econômicos. No mundo corporativo, tem sido usada para automatizar processos, facilitar a vida dos profissionais e, sobretudo, capacitá-los ainda mais. Segundo a 19ª edição do Panorama do T&D, da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), publicada em 2024, o investimento médio em treinamento e desenvolvimento (T&D) por colaborador cresceu 14% no Brasil em 2024. Isso mostra que diversas empresas já compreenderam que o aprendizado passou a qualificar a mão de obra, resultando diretamente em uma melhora na produção. 

O uso da IA para dar suporte e preparar o colaborador para as tarefas do dia a dia e nas tomadas de decisões tem revolucionado o mercado. No entanto, muitas organizações ainda utilizam diversas planilhas ao invés de um sistema inteligente que concentra todas as possíveis dúvidas e informações. Isso porque, quando ela está fragmentada, o processo acaba sendo travado, resultando em uma perda de eficiência. Por exemplo, quando um trabalhador opta por se desligar da empresa, todo repertório profissional que ele retém não se perde. Dessa forma, o conhecimento interno precisa ser tratado como infraestrutura estratégica.

Muito além de otimizar operações e centralizar o conhecimento, a tecnologia traz para o universo corporativo a possibilidade de criar algo novo. Assim, aquelas organizações que são disruptivas, estão gerando uma quantidade de receita muito maior por cada funcionário que empregam, em comparação com modelos de negócios tradicionais ou do passado. Isso porque o mercado está passando por um forte momento de arbitragem de eficiência, ou seja, as empresas estão ativamente buscando e capitalizando sobre as diferenças de eficiência que existem. Assim, àquelas capazes de identificar e explorar essas oportunidades tendem a ter uma vantagem competitiva significativa.

Nesse caso, a tecnologia é uma grande aliada na hora de realizar treinamentos. Uma vez que possibilita a cada colaborador receber uma trilha adaptada ao seu perfil e objetivo, a IA ajusta o conteúdo com base no desempenho e ritmo de aprendizagem. Além disso, permite um on boarding com assistente inteligente, se tornando uma base de conhecimento centralizada e viva. Os processos são atualizados automaticamente, viabilizando também minitreinamentos sob demanda e agentes capazes de responder dúvidas. 

Um experimento recente com 776 especialistas da Procter & Gamble, realizado em parceria com pesquisadores de instituições como Harvard, Wharton e Warwick Business School, buscou investigar como a inteligência artificial pode funcionar não apenas como uma ferramenta, mas como um “colega de equipe” genuíno, impactando a produtividade, a criatividade e a colaboração em um ambiente corporativo real. Sendo assim, os participantes foram divididos aleatoriamente em grupos, onde alguns indivíduos trabalharam com o auxílio da IA e outros sem. 

Como resultado, o estudo mostrou que o uso estratégico da tecnologia pode transformar um colaborador comum em um “time de alta performance de uma só pessoa”. Isso porque, aqueles que tiveram acesso à tecnologia apresentaram um aumento de 37% no desempenho, enquanto quem estava sem a ferramenta alcançou um desempenho de 24%. Portanto, as equipes que usaram AI se destacaram, triplicando a probabilidade de produzir soluções de alta performance.

Por fim, concluo que se a empresa quer ganhar a corrida por eficiência, não é a tecnologia que precisa mudar — são as pessoas. Ao atrair talentos capazes de operar com IA, desenvolver sistemas de aprendizado contínuo e centralizar e ativar o conhecimento interno, criando sistemas que aprendem, a companhia será como uma entidade própria, independente e com todas as partes conectadas. A transformação está acontecendo agora, mas algumas empresas vão liderar, enquanto outras vão assistir. É importante refletir sobre isso! 

Diogo Aguilar é Fundador e Diretor Executivo da Fluencypass. O executivo possui mais de 20 anos de experiência em tecnologia e gestão de produtos para a internet, sendo que empreende no ambiente digital desde os 13 anos. Ele já fundou empresas no Brasil e na República Dominicana antes de criar a Fluencypass em 2016.

Você também pode gostar...

O desafio da prova de vida e o combate às fraudes no INSS – por Dr. Márcio Coelho

Almoço grátis – por Almir Pazzianotto

ZapZaps e outros segredos – por Marli Gonçalves

Como sonhar com o topo se ele parece, o tempo todo, reservado para os homens? – por Lília Lopes

Redes sociais, pelo bem ou pelo mal! – por Gilberto Natalini

MARCADO:Inteligência ArtificialTecnologia
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Print
Compartilhar
Artigo Anterior Imperialismo disfarçado – por Márcio Coimbra
Próximo Artigo Doença nas gengivas causa queda de libido e diminui a potência sexual – por Aonio Genicolo Vieira
Deixe um comentário Deixe um comentário

Clique aqui para cancelar a resposta.

Acesse para Comentar.

Fique conectado!

FacebookLike
TwitterSeguir
InstagramSeguir
- Publicidade -
Ad image

Últimos artigos

VALEU, JAGUAR! – por Mário Rubial
Autores de M a N Comportamentos Homenagens
Tabagismo e pele: Como o cigarro acelera o envelhecimento e prejudica sua beleza – por Dra. Fernanda Nichelle
Saúde
Brasil ultrapassa os EUA e lidera cirurgias plásticas: reflexos culturais, sociais e médicos – por Dr. Carlos Tagliari
Brasil EUA Saúde
Conexões descartáveis, corações anestesiados: como a superficialidade adoece a mente – por Bruna Gayoso
Comportamentos Psicologia Relacionamento

Você pode gostar também

OpiniãoTecnologia

Os vanguardistas de anteontem – por Rubens Figueiredo

agosto 25, 2025
ComportamentosHistóriaOpiniãoTecnologia

A fúria enclausurada – por Marco Piva

agosto 21, 2025
BrasilEconomiaTecnologia

O papel de São Paulo na construção do Brasil que precisamos – por Milton Flavio

agosto 21, 2025
OpiniãoSocialTrabalho

Humanidade acima da burocracia – por Sorayah Câmara

agosto 21, 2025

Receba nossos artigos.

Fique por dentro das opiniões mais importantes que influenciam decisões e estratégias no Brasil.

Siga-nos
© 2025 ORBISNEWS | O maior portal de artigos do Brasil. Todos os direitos reservados.
  • Advertise
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?