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As Masmorras de El Helicoide: Monumento da vergonha esquerdista – por Ricardo Sayeg

As “Masmorras de El Helicoide” constituem, na minha opinião, o mais degradante e emblemático monumento da vergonha e degradação esquerdista tirânica e criminosa para o mundo. 

Para o bem do povo da Venezuela e da própria humanidade, espero sinceramente que El Helicoide seja física e espiritualmente demolido e seus destroços queimados no fogo ardente e escaldante. 

A existência do El Helicoide revela com clareza o destino desastroso e sombrio da rota política da esquerda tirânica e criminosa que encontra ali sua representação física perfeita: um movimento circular, retórico e ideológico, que mentirosamente promete ascensão, progresso e libertação, mas conduz invariavelmente o povo à descida contínua rumo à opressão, morte, tortura e cárcere, enfim ao fundo do poço institucional, moral e humano.

Este horripilante edifício conhecido como El Helicoide, quando a Venezuela estava livre das garras tirânicas da esquerda autoritária, foi originalmente concebido como símbolo de prosperidade, modernidade e pujança econômica. 

Projetado nos anos 1950 para ser um centro comercial de luxo futurista, com rampas helicoidais que permitiriam a circulação de automóveis até o topo, o empreendimento pretendia inserir a Venezuela no circuito arquitetônico e econômico mundial. Era uma obra grandiosa e sofisticada destinada à celebração da vida, do livre mercado, da prosperidade do povo venezuelano e do engenho humano.

Todavia, como tudo o que aconteceu na Venezuela, a promessa foi traída pelos ditadores de esquerda.

O que deveria ser um ícone de desenvolvimento foi sequestrado e deturpado para ser instrumento de violência do poder esquerdista autoritário. 

Abandonado, reaproveitado e, por fim, instrumentalizado, El Helicoide foi convertido em masmorras medievais, um centro de repressão estatal, operado pelo aparato de inteligência do regime. 

Transformou-se em prisão política, em espaço de tortura e em instrumento de violação sistemática de direitos humanos, a serviço de um governo esquerdista denunciado internacionalmente por vínculos com o narcotráfico e o terrorismo, perante um povo em que mais de 90% foi jogado abaixo da linha de pobreza.

As chamadas “masmorras” do El Helicoide não são metáfora literária, mas descrição fiel da desgraça humana. Relatos convergentes apontam para choques elétricos, asfixia, abusos sexuais, celas superlotadas, privação de água, higiene e absoluta falta de dignidade. Prisões arbitrárias, inclusive de opositores sem julgamento, foram denunciadas e revelam a degeneração completa do Estado em inaceitável máquina de opressão. 

Enfim, onde deveria haver circulação de riqueza, dignidade e felicidade para as pessoas, instalou-se a indústria da morte, da opressão e do medo.

O simbolismo do El Helicoide é ainda mais profundo quando se observa a própria forma geométrica daquele templo de Lúcifer. 

A figura geométrica do helicoide, resulta do giro contínuo associado a um deslocamento vertical. É movimento sem ruptura, espiral que nunca se fecha, subida e descida permanentes. A esquerda autoritária opera do mesmo modo: gira em torno das mesmas falsas promessas e mentiras, recicla discursos ultrapassados, proclama uma pseudo justiça social, mas, na verdade, desloca a sociedade sempre para baixo rumo à ruína, em um processo contínuo de opressão da democracia, empobrecimento do povo, supressão de liberdades e brutalização do poder.

Assim, El Helicoide deixou de ser apenas um prédio. Converteu-se em templo do fracasso moral, político e civilizatório da esquerda radical e criminosa.

Um monumento não erguido para a memória da dignidade e grandeza humana, mas para o registro histórico do fracasso e da vergonha da esquerda radical. 

Enquanto existir, El Helicoide lembrará ao mundo que ideologias que desprezam as liberdades individuais, a dignidade humana e a democracia, acabam, inevitavelmente, aprisionando povos inteiros em espirais de morte, dor, opressão, medo e decadência, levando a todos para os confins do inferno, a significar o ponto máximo do sofrimento, degradação e violência.

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