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Educando a memória – por Nelson Valente

Aprender é uma operação que não se resume a adquirir noções, mas consiste em reter o que foi lido, reproduzir e reconhecer uma série de experiências e pensamentos. Portanto, é imprescindível educar a memória. Logo após o estudo de algum ponto ou matéria, nota-se que o esquecimento também trabalha: a mente elimina noções dispensáveis. Sem disciplina, entretanto, nunca haverá um jogo útil entre memória e esquecimento, entre horas de estudo e horas de descanso.

Para facilitar o aprendizado e fixar na memória os conteúdos apreendidos, basta proceder a uma série de operações sucessivas e gradativas no tempo. Repetir é importante, mas não é só. Saber de cor nem sempre vai além de um papaguear mecânico. As técnicas psicológicas de memorização são complexas, mas podem ser utilizadas simplificadamente pelo estudante. Algumas indicações:

  • Ler mentalmente e compreender o assunto;
  • Reler, se necessário em voz alta;
  • Concentrar a atenção em aspectos específicos, nomes, proposições, conceitos etc.;
  • Notar semelhanças, diferenças, relações;
  • Anotar os conhecimentos adquiridos, selecionando os principais;
  • Fazer fichas com esquemas que incluam, de um lado, a sequência das noções principais (em frases breves e sintéticas) e, de outro, os nomes, as situações e outras características que se referem a cada uma dessas noções; e
  • Nunca esquecer de repousar, pois uma mente que esteja cansada aprende pouco e retém com dificuldade.

Agora você tem como primeiro desafio o de estar pronto para ler, disposto a aprender e aproveitar a leitura.
Logo, educar a memória é estabelecer um diálogo abstrato pelo desejo de compreender.
A melhor maneira de aprender uma matéria é ensiná-la aos outros.

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