Calma, amigo leitor, não vou comentar a política tupiniquim!
Recebo da minha amiga Mirna, companheira dos bons tempos da TV Globo, um recorte de notícia sobre Francisco Baby Pignatari, empresário muito bem sucedido nas décadas de 40/50.
Porém o que mais se destacava nele, muito além da sua veia empreendedora, era a vida pessoal repleta de aventuras amorosas com personalidades mundiais como a atriz Jayne Mansfield e a nobre Ira Von Fürstemberg. E mais que suas empresas de mineração, a atuação no Clube dos Cafajestes, Rio de Janeiro.
Baby, como era conhecido, fazia parte do Clube dos Cafajestes, grupo de milionários fundado por ele no Rio de Janeiro e que se caracterizava por festas extravagantes, muita molecagem e que desafiavam as boas normas da educação. Além do Baby, também participavam Jorginho Guinle, Heleno de Freitas, jogador do Botafogo, Carlos Niemeyer do saudoso Canal 100, Carlos Lacerda e muitos outros influentes e desvairados boêmios dos bons tempos do Rio de Janeiro.
Uma época onde ainda era possível sair às ruas, descontraidamente, sem medo de assaltos violentos como ocorre hoje em todo território nacional.
Se o Clube dos Cafajestes ainda existisse, não seria páreo para certos grupos da nossa querida, empolgante e surpreendente capital federal.
FRASE DE BOTECO
“Em Brasília não se chama mais ninguém de ladrão, mas de pessoa movida pela ideologia da propina.”
Millôr Fernandes












