Aconteceu. E mais uma, mais uma, todos os dias. Não há mais nem surpresa, apenas a terrível sensação de repetição, e o que parece notícia velha e não é. São fatos que se repetem, num círculo vicioso d...
Imagina a minha cara quando eu soube, ao voltar a São Paulo depois de um mês na tribo dos Guajajara, no Sul do Maranhão, que o jornal “ex-”, para o qual trabalhava e fui fazer a reportagem, tinha fech...
Quando, depois de sete anos de parceria, meu amigo Paulo Caruso decretou que a historinha “Bar Brasil” era só dele e não nossa, apesar de meu nome constar no título, ao lado do seu. Percebi quanta fal...
M: “Minha esposa não trabalha!“ P: “O que faz para ganhar a vida, Sr. Rogers?“ M: “Trabalho como contador em um banco”. P: “E sua esposa?“ M: “Ela...
Admitam. A gente bem gosta de uma fofoca, de revelações interessantes e surpreendentes, especialmente quando são recheadas de sons, imagens e, na versão desta semana, também de palavrões. Mais ainda q...
Há 60 anos, meu melhor amigo se chamava Roman. Consigo vê-lo agora. Tinha tudo de poeta: nome, cara, cabelo, roupa, voz. Tudo. E era poeta. Escrevia à mão, só com maiúsculas. Um dia, ele pediu ajuda. ...
Rubens Figueiredo volta 30 anos no passado para analisar uma entrevista histórica do programa Roda Viva com Paulo Maluf Nada nasce do nada. O interesse comanda a ação e cada um tem o algoritmo que mer...
“Canto do Uirapurú exige silêncio, porque o Banco do Estado de São Paulo, presente onde possa ser útil a você e à economia do país, neste momento vai chamar o nosso correspondente!” Nesta ...
Na casa de chá, um homem dizia aos amigos: “Emprestei uma moeda de prata a uma pessoa e não tenho testemunhas. Receio que o devedor negue que a pus em suas mãos e assim não tenho como cobrá-lo”...
Como faço quase todas as manhãs, fui fazer as compras do dia. No estacionamento do Pão de Açúcar da rua Cardoso de Almeida, sou abordado por um homem de seus quarenta anos, maltrapilho, mais trapo que...
















