Anda! Vai como o touro ao toureiro.
Escuta a arena pedir que algo ocorra!
Tenta se lembrar daquele medo…
Dos gritos vermelhos da masmorra.
Levanta! Hoje acorda cedo!
O império quer que alguém morra,
Ganha o teu que é direito.
Se mostra pra que alguém, enfim, se esconda.
Aquieta as dores solitárias!
Desce ao porão secreto do teu céu.
Afrouxa as correntes dessa alma.
Levanta dos teus olhos o véu!
Vê a verdade que aparece.
E pede, porque o circo é pão.
Guarda, lá no fundo sua prece.
E deita, os aplausos surgirão.











