Recebi da minha querida amiga Mirna Consilio, sugestão para uma nova crônica que abordasse a qualidade das músicas cantadas e curtidas pelas gerações mais novas.
Disse a ela que tentaria mas que eu previa uma grande dificuldade em comentar, já que não costumo ouvir nada do que essa geração vem cantando.
Como não estou familiarizado com esses novos ritmos, fui pesquisar. De cara fiquei assustado com nomes que nem imaginava que existissem: Forró/piseiro/arrocha; Rap/hip hop; Funk; Tecnobrega e os principais intérpretes
entre muitos: Gaby Amarantos, Banda Uó, Gang do Eletro, Viviane Batidão e a Turma do Tecnobrega.
O forró, piseiro e arrocha tem os artistas Tarcísio do Acordeon (não confundir com o governador), os Barões da Pisadinha, Nattanzinho, etc…
No rap/hip hop, além de vários cantores internacionais, aqui no Brasil vamos de Mano Brown, Emicida, Negra Li, Filipe Ret…
O hip hop, por exemplo, surgiu na década de 1970 em NY, mais precisamente no Bronx. Se soubesse disso, teria dado as caras por lá já que no ano passado fui com a família curtir a Big Apple…
Toda essa introdução para dizer que me policio muito para não ser excessivamente preconceituoso. Lembro muito bem que nos anos 50, quando eu tinha por volta de 10 anos, surgiu um novo ritmo chamado rock and roll que balançou a juventude no mundo inteiro. Nessa época, eu só queria saber de Chuck Berry, Little Richard, Bill Halley, Gene Vincent entre outros. E lembro também que os mais velhos, incluindo meus pais, não se conformavam com a postura da juventude daquela época. E na minha casa ouvia-se apenas Carlos Galhardo, Orlando Silva, Francisco Alves, Gastão Formenti, Dalva de Oliveira, Aracy de Almeida, além de uma quantidade de ritmos da época como tango, bolero, rumba…
Acho que vou convidar minha amiga Mirna para um passeio nos principais shows desse novos ritmos e tentar assimilar alguma coisa. Mas que vai ser dureza, não tenho a menor dúvida!
FRASE DE BOTECO
“Os jovens, hoje em dia, imaginam que o dinheiro é tudo e, quando ficam velhos, descobrem que é isso mesmo”.
Oscar Wilde












