A falta de financiamento a fundo perdido das pequenas e médias empresas durante a pandemia extinguiu os empregos e comprometeu drasticamente a capilaridade da economia.
Os desempregados, beneficiados pelas bolsas e outros benefícios, não voltaram ao mercado de trabalho e deixaram de consumir.
A falta de consumo e de mão de obra colapsaram as grandes empresas, que estão paralisando as suas atividades no Brasil e/ou entrando em recuperação judicial ou extrajudicial.
Para evitar essa espiral descendente da economia, os EUA emitiram 4 trilhões de dólares para financiar as pequenas e médias empresas, que garantem 70% dos empregos.
As grandes empresas têm capacidade de sobreviver por algum tempo; as pequenas que faliram não voltarão às atividades.
Sem a capilaridade desenvolvida em décadas de pequenos empreendimentos, será extremamente difícil reverter a espiral descendente da economia brasileira.
A crise se agrava porque o governo aumenta a tributação para tentar manter a arrecadação perdida. É impossível manter as contas públicas no azul com o povo no vermelho!
O único caminho possível, no Brasil, para evitar a depressão econômica é o urgente incentivo ao agronegócio e o melhor aproveitamento das reservas minerais estratégicas.
O decorrente aumento das exportações criará empregos, que suportarão a economia.
É preciso criar, imediatamente, o Ministério do Comércio Exterior para mudar as relações comerciais e aproveitar nossas vocações naturais: o agronegócio e o potencial mineral estratégico.
A inércia na tomada de decisões transformará a crise em tragédia.











