Emmet Fox, escritor irlandês (1886 – 1951), em O Sermão da Montanha, disse: “quem souber amar o suficiente será o mais feliz e poderoso ser do mundo”.
Não importa o quanto compreendemos o amor, o que importa é a amplitude da percepção que concedemos ao amor.
Existem inúmeras definições sobre o que é o amor.
Quanto mais desejamos entender esse fenômeno denominado amor, menos conseguimos entendê-lo.
Acima de tudo, o amor nasceu para ser sentido.
O amor é tudo e um pouco mais!
Para amar a vida e os outros, é preciso, primeiramente, amar a si mesmo.
O amor a si mesmo dá uma sensação de quietude interior e satisfação que gera otimismo e uma atitude serena perante a vida e as outras pessoas.
Amar a si mesmo não é egoísmo!
Pelo contrário, é uma questão de sobrevivência.
O que se condena é o egoísmo doentio que extrapola os limites da “normalidade”.
Amar em todos os sentidos é muito bom!
Há quem diga que o amor cura…
O Cristianismo, Confúcio e Buda nos ensinam amar o próximo tanto quanto a nós mesmos.
As religiões, quase todas, têm essa máxima.
Um sinal de maturidade é quando sentimos mais prazer em amar do que ser amado, o inverso do que ocorre com a criança.
Quando estamos em paz com nós mesmos, sem máscaras, naturalmente doamos amor.
Essa é uma atitude de extravasamento da estima que sentimos por nós mesmos.
Na verdade, amar a si mesmo e os outros é um delicioso círculo vicioso!
Ou seja, quanto mais se ama mais se quer amar.
A autoestima é uma construção constante que nos faz amigos inseparáveis do amor.
Abaixo o narcisismo, obviamente!
E os invejosos, naturalmente!
Quem ama é altruísta e generoso, uma consequência natural.
Em suma, gostar de si mesmo é condição sine qua non para amar os outros.
“Onde o amor impera, não há desejo de poder; e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro.”
Emmet Fox, escritor irlandês (1886 – 1951), em O Sermão da Montanha