Petistas, aficcionados e partidos satélites não dizem uma só palavra sobre as notícias que dão conta do envolvimento do filho de Lula com o roubo do INSS, preferindo permanecer atados aos desvios de conduta de Bolsonaro.
Esse, não se cansam de mencionar, embora ele e seus sequases estejam, com razão, encarcerados, pagando os pecados que cometeram.
Enquanto isso, junto com o silêncio dos escudeiros de Lula, os partidários do atual presidente fazem de tudo para blindar Lulinha das investigações que estão em curso no âmbito dos órgãos incumbidos das averiguações, procedimento que mobiliza, inclusive, um desmoralizado STF, em que um ministro – Flávio Dino – usando mal seus poderes na Corte de Justiça, tente barrar as investigações sobre o filho do Presidente, proibindo o Congresso de levar adiante as suas funções de órgão averiguador.
Mas os lulistas estão calados, como estiveram e estão no caso do outro ministro, também petista, Dias Toffoli, envolvido em outro episódio, qual seja o do Banco Master, que também tentou blindar e que, por ironia do destino, só está indo adiante pela atuação firme de alguém que está no Supremo por ter sido indicado e nomeado no governo de Bolsonaro.
Além disso, há outros casos a serem esclarecidos, quais sejam o das relações de Levandovisky e de Alexandre de Moraes, todos membros da Corte Lulista, com o gângster do Master, casos esses cuja apuração deveria prosperar se realmente houvesse a intenção de passar este país a limpo.
As vestais petistas, entretanto, preferem o silêncio obsequioso sobre o que está acontecendo, enquanto tentam manter desviada a atenção dos brasileiros para situações, já transitadas em julgado, envolvendo inimigos e adversários políticos.
Nessa coisa de combate à corrupção, não dá para ser seletivo.
Bate-se em todos os envolvidos ou não se bate em ninguém, deixando-se o país à mercê dos que o assaltam diariamente.











