Há mais de 60 anos ouço falar sobre a necessidade de melhorar a segurança nesta pobre e abandonada pátria. Puxando pela memória, e já caminho para os 82 anos, até meados do século passado, a única pre...
Evoé, Momo! Brasília está em festa! Mais um carnaval para as excelências, regado a boas bebidas, ótimas comidas e o povão, burro e impotente, que se f…digo, que se lasque. Quando estava no meu p...
Pois é. Eu só queria sair a pé neste país violento. É pedir muito? Para acessar o comércio próximo da minha residência, vou de carro. Logo eu, que há quarenta e cinco anos caminho diariamente 5.000 me...
Ao contrário de muitos paulistas, aprendi a gostar do Rio de Janeiro. Fruto de viagens semanais que fiz àquela maravilhosa e apaixonante cidade. Admito que até meus 24 anos também tinha uma imagem dis...
É isso mesmo que o novo comercial do BYD declara, com todas as letras, que você é um ultrapassado, anacrônico, enfim, um imbecil irrecuperável! E tudo isso porque você não tem o BYD. O comercial exalt...
Após a última crônica onde abordei curiosidades sobre minha passagem pela Editora Abril, vários colegas da época – os que se recusam a subir para o andar de cima – lembraram de várias histórias ...
Na última crônica, falei do meu início na Editora Abril em 1967. Uma história puxa outra e eu lembrei de mais um caso daqueles bons e saudosos tempos. No recém construído prédio de 8 andares na Margin...
Meados de 1967, entrei na Editora Abril. Na época, era uma empresa poderosa, talvez com mais prestígio do que a TV Globo nos seus melhores momentos. Em menos de 1 ano fui promovido a Supervisor de Pro...
Desta vez foi o Lô Borges que nos deixou. A cena musical brasileira está ficando cada vez mais pobre porque nossos ídolos estão partindo. Dirão: – Pare de ser nostálgico e ouça as novidades. Afi...











