Sim, é um desafio! Convido as excelências, para que venham a São Paulo, a qualquer outra cidade do Brasil, sem a proteção de seguranças, carros blindados ou outro aparato de proteção pessoal e passeie...
Calma, amigo leitor, não vou comentar a política tupiniquim! Recebo da minha amiga Mirna, companheira dos bons tempos da TV Globo, um recorte de notícia sobre Francisco Baby Pignatari,...
Há mais de 60 anos ouço falar sobre a necessidade de melhorar a segurança nesta pobre e abandonada pátria. Puxando pela memória, e já caminho para os 82 anos, até meados do século passado, a única pre...
Evoé, Momo! Brasília está em festa! Mais um carnaval para as excelências, regado a boas bebidas, ótimas comidas e o povão, burro e impotente, que se f…digo, que se lasque. Quando estava no meu p...
Pois é. Eu só queria sair a pé neste país violento. É pedir muito? Para acessar o comércio próximo da minha residência, vou de carro. Logo eu, que há quarenta e cinco anos caminho diariamente 5.000 me...
Ao contrário de muitos paulistas, aprendi a gostar do Rio de Janeiro. Fruto de viagens semanais que fiz àquela maravilhosa e apaixonante cidade. Admito que até meus 24 anos também tinha uma imagem dis...
É isso mesmo que o novo comercial do BYD declara, com todas as letras, que você é um ultrapassado, anacrônico, enfim, um imbecil irrecuperável! E tudo isso porque você não tem o BYD. O comercial exalt...
Após a última crônica onde abordei curiosidades sobre minha passagem pela Editora Abril, vários colegas da época – os que se recusam a subir para o andar de cima – lembraram de várias histórias ...
Na última crônica, falei do meu início na Editora Abril em 1967. Uma história puxa outra e eu lembrei de mais um caso daqueles bons e saudosos tempos. No recém construído prédio de 8 andares na Margin...











