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Saúde

DESCRÉDITO NA CIÊNCIA? por Paulo Costantini

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Tanto que fizeram que programaram a população mundial para desacreditar na ciência ?

E agora … como será ?

Nos acostumamos, com muito custo, a crer nas soluções que a ciência trouxe ao longo de tantos anos.

Logo … lembramos da vacina BCG, contra formas graves da tuberculose.

A Sabin, contra a poliomielite.
Também às vacinas disponíveis contra as tantas doenças como Hepatite A e B, difteria, tétano, coqueluche e influenza.

Outras como a pneumocócica, Rotavírus Humano, Meningocócica, Febre amarela, sarampo, caxumba e a rubéola, …

Olha quantas …

Na verdade … levaram muitos anos para terem credibilidade plena e fazer com que as pessoas voluntariamente se apresentassem a cada temporada, mas em tão pouco tempo para perdê-la.

Agora, a ciência terá um longo e incessante percurso novamente a fazer para adquirir a mesma credibilidade.

No Brasil … as coisas ainda são piores !

Façam o que quiserem … nada mais importa para reaver essa página da história.

A sociedade percebeu que por trás de cada medicamento … há outra forma de malignidade que não seja a enfermidade propriamente dita.

Só seguir as pegadas … e constatarmos informações no mínimo estranhas e porque não suspeitas !

A dose da vacina era única ?

Logo na sequência passaram à segunda dose ?

Se a primeira dose tinha sido de uma das marcas disponíveis … a segunda dose obrigatoriamente deveria ser igual à primeira ?

O que faziam com que fossem tão categóricos nas suas afirmações ?

Não é que fomos para a terceira dose, em que pese, sem a necessidade de ser da mesma marca !

Inicialmente, com espaçamento entre as vacinas de seis meses, que logo passou à cinco e à quatro meses.

Mas o que determina o número de doses e o espaçamento entre elas ?
Não bastasse, a terceira dose deveria ser de outra marca … contrariando todas as orientações iniciais ?

Não haveria de ser diferente … já que algumas marcas até sumiram do mercado, assim como os intermináveis pronunciamentos dos Secretários de Saúde e do Diretores de Institutos, Laboratórios e da OMS.

Transações nada transparentes e em muitos momentos suspeitas em negociatas sinobrasileiras, nenhum pouco convencionais.

Será que fomos enganados ?

Que Deus tenha piedade dos vacinados !

“A imaginação é a metade da doença;
A tranquilidade é a metade do remédio;
A paciência é o primeiro passo para cura”.
Ibn Sina – Avicena, médico e filósofo árabe, pai da medicina moderna.

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