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> Blog > Categorias > Jornalismo > Crônicas > Uma homenagem mais do que justa ao jornalista Laerte Mangini – Por Gilson Ribeiro Oliveira
CrônicasHomenagensJornalismo

Uma homenagem mais do que justa ao jornalista Laerte Mangini – Por Gilson Ribeiro Oliveira

Redação
Ultima atualização: agosto 12, 2025 11:09 am
Por Redação 3 leitura mínima
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Sentado na mesa com o telefone está o LAERTE MANGINI - chefe de reportagem da Globo SP., ao seu lado SUMIKA YAMAZAKI também da Chefia de Reportagem e conversando com ela o repórter LÁZARO DE OLIVEIRA.
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A ARTE DO ENCONTRO: Decidi, mais por vontade, do que por necessidade, ir de ônibus. Uma viagem para dentro de mim mesmo, de um passado que ainda se faz presente. Não dirijo, há muito, em rodovias. Mesmo em curtos trajetos, recorro a um motorista. Desta vez não queria. Queria olhar pela janelinha, a estrada correndo, o tempo de volta, nunca perdido, nos acostamentos. Levanto bem cedo, corro para comprar jornal. Não conseguiria ir sem, presumi que nas rodoviárias da vida, não os iria encontrar mais. Mas para as amizades fortes, um dia plantadas com respeito e carinho, iria de novo ao encontro. De São José dos Campos a São Paulo. Um trajeto não tão longo. Mas, na medida que via tudo correndo lá fora, uma projeção eu fazia. Um festa. Um encontro. Uma homenagem para um colega querido. Seu nome: Laerte Mangini. Escreverei depois só sobre ele. Sobre nós. Agora posso. Pois tudo começou sendo engendrado, acho, por uma querida, polida e incrível jornalista, chamada Maria Christina. Poli. Penso eu. Sei que outra amiga, a Fatima Latorre , me escreveu que tinha incluído meu nome no grupo. Nesse caso aceitei com gosto. E foi crescendo como fermento. Dos bons. Sem o homenageado ainda saber. E chama uma outra, lembra de outro, acho esse, aparece aquela. E pronto começa a se desenhar o lindo encontro. Marcado o lugar. Decidindo quem iria bater o ponto. Muitos, em cima da hora, não puderam ir. Justificativas fortes. Mas escreveram, mandaram vídeos. Tais quais Luiz Andreoli , Caco Barcellos e Carlos Nascimento. Mas, todos, de certa forma, lá estiveram. Fiquei ali, vendo uma geração que não sei se foi o DNA de um novo formato para o telejornalismo brasileiro, mas que fez história. E como fez! E pensava, como fui agraciado de me fazer um pouco dentro dela. Amigos, muitos depois de quarenta anos, encontrados. Tudo emocionante. Depois do almoço, hora de voltar para casa. De novo o olhar na rodoviária. Dentro de mim beijos e abraços mais uma vez tatuados. Lembrei da voz do poeta Vinícius de Moraes cantando a benção de viver: Viver não é fácil amizades. Mas a vida sempre será a arte do encontro. Mesmo com tanto desencontro pela vida. Viva Laerte! Viva todos e todas. De um marcado e eterno retorno. Sem desencontros. Na fé. Até. Saravá.

Por: Gilson Ribeiro Oliveira

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