Para destroçar o capitalismo no Brasil, a corja comunista à serviço da Pirataria Europeia promove o confisco tributário, o endividamento absurdo e, para coroar sua traição, estatizaram a mão de obra através de bolsas e assistencialismo oficial para quem pode trabalhar, inviabilizando o setor produtivo.
O agronegócio virou alvo, porque é o setor mais forte do capitalismo brasileiro.
Os minérios já foram internacionalizados, há muito tempo. A última grande baixa foi a Vale do Rio Doce, doada para os Rothschild pelo traidor FHC.
Grandes grupos empresariais de vários setores estão em recuperação judicial porque os 50% da população, beneficiados pelas bolsas da miséria, não tem poder de consumo, só aproveitam do ócio.
Paulo Guedes ajudou muito o projeto comunista quando matou as pequenas e médias empresas, negando-lhes financiamento, preferindo dar esmolas aos desempregados da pandemia.
A sorte é que os comunistas e aliados têm apenas 6 meses no governo.
Até outubro, por bem ou por mal, voltarão para a sarjeta, alguns para a cadeia.
A inviabilização do setor produtivo – por Ribas Paiva











