E eles estão aí, de volta e deixando indignados os eleitores da direita que enxergam em Flávio Bolsonaro a esperança de um país livre, soberano e promissor.
Os mesmos institutos que deram números irreais e completamente longe da margem de erro contra Jair Bolsonaro na eleição passada, dando palpites e apresentando cenários completamente diferentes daqueles que vemos no nosso dia-a-dia, nas nossas pesquisas pessoais, nas redes sociais, nas ruas, nos bares, e etc. E agem assim porque ganharam novamente “credibilidade”, visto que a CPMI que iria investigá-los ficou apenas na promessa de um Congresso omisso, corrupto e incompetente.

Carta branca para voltarem a vender a “quem pagar mais uma pesquisa quentinha e saída do forno”, para que a mídia “séria” cumpra seu papel e volte a beneficiar seu político de estimação, divulgando aos quatro ventos a “enquete” que todos nós estamos carecas de ver, amealhando para si a dinheirama prometida e paga com os recursos do povo brasileiro.
Esta organização criminosa com inúmeros tentáculos está mais capilarizada do que todos nós imaginamos e sonhamos. Recentemente, Lula declarou que gastou alguns bilhões de dólares na sua última eleição e, para isso, segundo ele: “comprou” muita gente. E citou alguns “beneficiados”.
Em qualquer país sério ele já teria sofrido IMPEACHMENT pela série de crimes cometidos neste pleito. No Carnaval passado, pagou com nosso dinheiro uma escola de samba para fazer sua campanha antecipada. E tudo foi relegado à segundo plano e esquecido pela mídia.


Lula é inatingível, faz o que quer e nada acontece. Por muito menos, Collor foi afastado da presidência e teve seus direitos políticos suspensos. Entretanto, a grande diferença entre os dois é que Collor era mais “tímido” na corrupção, enquanto o atual presidente a institucionalizou.












