A linguagem neutra (ou inclusiva) é uma proposta de comunicação que evita o uso de marcas de gênero masculino ou feminino na língua portuguesa, buscando incluir pessoas não-binárias e grupos multigênero.
Pessoas não-binárias são indivíduos cuja identidade de gênero não se encaixa estritamente nas categorias binárias de “masculino” ou “feminino”.
O termo multigênero refere-se a pessoas que experimentam ou se identificam com mais de uma identidade de gênero simultaneamente ou em diferentes momentos.
Porém, a linguagem neutra fere e desrespeita a Língua Portuguesa.
Linguagem neutra: Troca de marcas de gênero tradicionais (“o/a”) por vogais ou sufixos neutros, como “e” ou “u” (ex.: todes, amigues, elu/delu no lugar de todos/todas, amigos/amigas, ele/ela).
A Língua Portuguesa deve evoluir de forma natural!
Recomenda-se evitar o uso de “x” ou “@” (como em todxs ou tod@s), pois inviabilizam a leitura em voz alta e o funcionamento de leitores de tela para pessoas com deficiência visual.
O uso de termos genéricos e coletivos (como pessoa, estudantes ou equipe) também é aplicado para contornar o masculino genérico.
A linguagem neutra interfere absurdamente no processo natural de desenvolvimento da Língua Portuguesa e desrespeita a sua origem. Portanto, descaracteriza a essência da Língua Portuguesa que é o Latim.
A Lei nº 15.263/2025 instituiu a Política Nacional de Linguagem Simples, vedando o uso de flexões de gênero fora da gramática normativa em órgãos e entidades da administração pública dos Três Poderes em âmbito federal, estadual, distrital e municipal.
Órgãos como a Academia Brasileira de Letras (ABL) reforçam que documentos oficiais e o ensino formal devem seguir a norma-padrão consolidada.
A linguagem neutra em português usa a terminação em “-e” ou pronomes como “elu” para incluir pessoas não-binárias e evitar o masculino genérico.
Exemplos com terminação em “-e”:
Amigues (em vez de amigos ou amigas)
Todes (em vez de todos ou todas)
Bonite (em vez de bonito ou bonita)
Prezade (em vez de prezado ou prezada)
Menine (em vez de menino ou menina).
Percebam a ignorância e o absurdo da linguagem neutra! Forçam um processo de mudança da Língua Portuguesa negando a própria essência da ciência da Linguística.
Exemplos com pronomes neutros:
Elu (substitui ele ou ela)
Delu (substitui dele ou dela)
Ilus (sistema alternativo de plural).
É um absurdo imenso que é até difícil escrever sobre o assunto!
Estudantes (em vez de alunos e alunas)
Pessoa candidata (em vez de candidato ou candidata)
Todo mundo (em vez de todos)
As pessoas (em vez de eles ou elas).
A linguagem neutra não é oficial e o seu uso em documentos e comunicações oficiais voltadas ao cidadão é proibido em órgãos públicos federais, estaduais, distritais e municipais pela Lei 15.263/2025.
A linguagem neutra não tem um único criador ou inventor formal; ela é uma construção coletiva surgida de movimentos sociais e de comunidades LGBTQIA+, especialmente de pessoas trans e não binárias.
Surgiu de forma informal em redes sociais e fóruns de militância no início dos anos 2000, inicialmente em países de língua hispânica (como Argentina e Chile) com o uso do “x” (ex: todxs).
No Brasil, o uso se expandiu com a substituição de desinências de gênero por “e” (ex: todes, amigues) e o uso de pronomes como elu, visando maior acessibilidade em comparação a símbolos como “@” ou “x”.
Absurdamente, a linguagem neutra continua sendo usada informalmente por grupos sociais e movimentos sociais no Brasil, apesar de sua proibição em órgãos e entidades da administração pública federal, estadual e municipal.
É adotada em coletivos, redes sociais, meios acadêmicos e conversas cotidianas por pessoas que buscam inclusão de identidades não-binárias
Que surreal, a linguagem neutra é adotada por alguns nos meios acadêmicos!
É, também, por isso, que a educação decaiu no Brasil.
A restrição legal aplica-se estritamente ao setor público e à comunicação oficial, gerando debates jurídicos e sociais sobre a liberdade de expressão e a dinâmica da língua.
Estes apoiadores da linguagem neutra deveriam estudar a Língua Portuguesa e sua origem, como também, Linguística para compreender a verdadeira dinâmica natural da Língua.
Portanto, a linguagem neutra é uma ignorância e atrevimento, pois desrespeita o processo natural de transformação da Língua Portuguesa e desrespeita a sua origem.
A língua portuguesa é o nosso lar de sons, a pátria feita de palavras e o eco da nossa história.
Autoria Anônima












