A Dra. Daniella Marques, futura czarina da economia do próximo governo de Flávio Bolsonaro, revelou parte dos seus projetos para a pasta da Fazenda.
O discurso foi bom: economizar recursos, enxugar a máquina pública, reduzir os juros e monetizar a dívida pública federal, que beira os 10 trilhões de reais.
Falou, ainda, em vender imóveis da União, avaliados em cerca de 1,5 trilhão de reais, para amortizar a tal dívida.
Cumpre assinalar que a dívida contábil precisa ser descontaminada do superfaturamento da taxa SELIC. Somente em um ano de FHC, a SELIC foi alavancada para 48%.
Vale dizer que aumentou metade na caneta. Excluída a alavancagem da SELIC, doutora, a dívida do Tesouro cairia 3 ou 4 trilhões.
Os 5 ou 6 trilhões restantes precisam ser renegociados com os bancos credores.
Ora, qualquer boteco ou borracharia consegue descontos de, no mínimo, 50% nas negociações com credores. Portanto, teríamos um saldo a pagar de, no máximo, 3 trilhões de reais.
Para quitar a dívida, não é preciso vender patrimônio da União, basta interromper as fraudes de trilhões de dólares nas exportações de minérios estratégicos e preciosos.
Doutora, o governo do nosso rico Brasil não precisa continuar empobrecendo artificialmente o povo, basta ajustar alguns pontos deturpados.
Ressalto, ainda, que as dívidas públicas restantes devem ser desatreladas da bendita SELIC, vinculando-se-as à taxa internacional PRIME, praticada pelo Brasil no exterior.
Feito isto, será possível reduzir os impostos e investir no que interessa para nós: saúde, segurança e educação.
Tomadas essas providências, o Brasil será potência, o povo será feliz, e Flávio Bolsonaro passará para a história como um grande Estadista.
“ALGURE”!!!












