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E SE PUDÉSSEMOS SONHAR?  Por Elizabeth Leão

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Vivemos momentos extremamente delicados em todo o mundo. Crises e crises se avolumam e nos passam a sensação de que não haverá saída, no futuro próximo.

Guerra na Ucrânia, apesar de quase dois anos de conflito, foi, atualmente, colocada em segundo plano, não só pela Grande Mídia, mas também pelos países integrantes da OTAN.

Guerra no Oriente Médio, com a invasão terrorista do grupo Hamas, em território israelita, desencadeou contra-ataques por parte do exército de Israel, com a possibilidade de deflagração da temida Terceira Guerra Mundial.

Felizmente tudo parece mais ameno com perspectivas de acordos se não de paz, pelo menos de apaziguamento dos ânimos.

Absurdos inomináveis decorrerão de ambos os conflitos, e, infelizmente, não se tem a clareza, seja na Ucrânia, seja na Faixa de Gaza, qual a dimensão dos estragos que foram impingidos às populações civis dos territórios envolvidos: Rússia/Ucrânia, Israel/Palestina.

Não pretendo tomar partido ou analisar a conduta de nenhum desses países, apenas trazer à reflexão uma questão muito mais profunda que é a motivação que conduz determinado povo a se submeter à conflitos tão desumanos, desestruturadores e degradantes como as guerras.

E se pudéssemos sonhar que um dia a humanidade entenderá essas motivações? E que haverá Paz entre os Povos?

Por enquanto só nos resta questionar onde se encontram as instituições criadas sob o falso objetivo de unir os povos.

 Afirmam em suas diretrizes que visam o fim da pobreza, a saúde e o bem-estar dos cidadãos; promover educação de qualidade e saneamento básico aos países considerados pobres, como a África; oferecer energia acessível e não poluente; trabalho digno e crescimento econômico; incrementar a indústria, com inovações e infraestrutura; reduzir as desigualdades, construir cidades e comunidades sustentáveis.  E, por fim, promover a produção e o consumo sustentáveis.

Estes são os objetivos oficiais da Agenda 2030 do Fórum Econômico Mundial.

Se realmente esses objetivos oficiais fossem verdadeiros, o mundo já estaria começando a se transformar, para melhor, frente à possibilidade de implementação de ações positivas.

Não, infelizmente, os objetivos reais da referida Agenda 2030 são outros. E a cada dia nos deparamos com a confirmação deste funesto propósito: 

O fim da pobreza seria alcançado com a redução populacional.

A fome zero seria sustentada com o monopólio alimentar.

A “vacinação” obrigatória seria a base da saúde e bem-estar das pessoas.

Educação de qualidade já se resume em doutrinação das crianças e jovens.

A igualdade de gênero já se sustenta na feminização e divisão da sociedade, com a destruição da família.

O projeto de oferecimento de água potável e saneamento significaria a privatização de toda água do planeta.

A revolução industrial se resumiria no Transumanismo, que, na verdade, se encontra em fase adiantada para sua implementação.

A alegada redução das desigualdades seria alcança, em realidade, com a implementação de leis únicas para todos os países, com controle absoluto e a implementação do totalitarismo, cujo modelo é o já existente na China. A alegada defesa dos direitos individuais se resumiria na questionável aliança mundial dos dados de caráter pessoal.

E, por fim, os alimentos transgênicos, as fazendas de insetos, representariam o objetivo real da alegada produção e consumo responsáveis. 

E se pudéssemos sonhar que realmente toda essa Agenda está sendo desintegrada e não será implementada como se projetou há tempos imemoráveis?

E se pudéssemos sonhar que o chamado Governo Único não será implementado pois o movimento geopolítico liderado pelos países do BRICS não demonstra qualquer intenção de se submeter aos ditames globalistas, se fortalecendo dia a dia em seu projeto de desenvolvimento econômico, com a implementação do lastro ouro em suas moedas?

E se pudéssemos sonhar que a reviravolta em países como a Argentina  – a vitória do ultra conservador Javier Milei -, a Holanda – com a vitória do próximo primeiro-ministro, o conservador Geert Wilders, e a anunciada vitória de Donald J Trump nas eleições presidenciais de 2024, se transformarão na sustentação contra o globalismo, este implacável predador da Soberania das Nações?     

E se pudéssemos sonhar que os países europeus poderão recuperar suas culturas tão ameaçadas com a invasão desordenada dos imigrantes mulçumanos, que podem transformar e desintegrar totalmente o mundo ocidental?

E se pudéssemos sonhar que os jovens, principalmente a últimas gerações possam despertar e se conscientizar da manipulação a que foram submetidos pelas ideologias progressistas?

E se pudéssemos sonhar que a verdadeira história da humanidade será revelada? A verdade sobre a escravidão a que todos os seres humanos fomos submetidos, manipulados, explorados, desde sempre, ser totalmente desvendada, sem qualquer restrição?

E se pudéssemos sonhar que as 6.000 patentes de tecnologias suprimidas que foram e estão sendo retidas do público sob o pretexto de segurança nacional – incluindo dispositivos de energia livre, antigravidade e máquina de cura sônica – serão reveladas?

E se pudéssemos sonhar que os impostos serão revistos e a corrupção será banida da sociedade?

E se pudéssemos sonhar que um novo sistema bancário seria implementado, sem ser abusivo?

E se pudéssemos sonhar que o mal seria extirpado da Terra? Que o Homem finalmente reconheceria que a Paz gera prosperidade e abundância?

Sim, podemos sonhar.

Eu sonhei que o Amor reinava entre os Seres Humanos e que não havia mais motivação para os conflitos, pois havíamos descoberto sua origem e onde ela estava escondida.

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2 Comentários

2 Comments

  1. Elizabete Silva

    novembro 26, 2023 at 1:04 am

    Sempre brilhante em seus artigos .

  2. Eliane Leão

    novembro 26, 2023 at 8:15 am

    Já estamos sonhando minha querida! E o sonho se transformará em realidade logo, logo! Que suas palavras sejam ouvidas e seus desejos realizados para o bem de todos!

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