Lá do céu, onde deve estar o Rei Pelé, ele ainda vê aqui na Terra o seu nome, sempre lembrado e quebrando recordes.

A sua camisa 10, com a qual jogou a final da Copa de 1958, ele a deu ao Dida, seu companheiro naquela Seleção. A camisa ficou com a família de Dida até 1993, quando foi doada ao Museu do Esporte e leiloada em 2004, quando o comprador pagou por ela 105 mil dólares.
Em 2016, um leilão com mais de 2 mil itens de Pelé (entre os quais aquela camisa) foram leiloados e renderam R$ 14 milhões. Grana viva…
Um recorde que difícilmente será quebrado na área esportiva.

E já que falamos em Pelé, que virou adjetivo de ‘fora de série’, vamos falar agora da “titia” Leila Pereira, presidente do Palmeiras, que todos dizem que é a “‘Pelé’ dos presidentes de clubes de futebol aqui no Brasil”.
Ela disse que ficará na presidência até 2027, quando se encerrará o seu mandato. Estatutariamente, não pode haver mais de uma reeleição. Aproveitou, dia desses, um pronunciamento em seu site para dizer que “Cada vez mais acredita em Clubes Empresas“. Não acredita mais em Clubes Associativos.
E completou: “Clubes associativos são marcados por eleições e disputas internas.”
Confirmou que um dia poderá ser dona de um Clube Empresa. E foi além, dizendo que “será um espetáculo não ter que pedir voto”.
Ao final, disse claramente que “não tem mais paciência para isso”.
Em meio a isso tudo, existem rumores que os seu enteado, Marcos Faria Lamacchia, tem uma aproximação com o Vasco.












