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Ninguém votou no Flávio – por Tony Curiati

Votamos contra o PT: ou no filho do Jair, ou no candidato do Tarcísio, do Moro, do Deltan, do Nikolas e outros.

Carisma zero. Candidato imposto. Não podia dar bom.

Campanha arrogante no segundo turno.

Capacitismo nojento aflorado quando zombou da deficiência e idade do adversário no debate da Globo.

Campanha que, além de arrogante, foi estranhamente omissa.

Chamado de ladrão, mentiroso, miliciano todos os dias.

Nem sequer pedia direito de resposta à Justiça.

Deu ao eleitor um sentimento de que a carapuça lhe cabia.

Mais ainda, incorporava todas as promessas estapafúrdias e mentirosas do adversário, mentindo ainda mais e prometendo ser mais estapafúrdio.

O PT fez uma campanha imunda, mentirosa como nunca visto antes. Distribuiu nosso dinheiro, dos impostos que pagamos, para comprar mais um tempinho de governo. Asqueroso.

Mas, em termos de eleição, agiram com inteligência de massa.

Jogaram para os indecisos e ausentes do 1º turno, enquanto o tal Flávio jogava para a torcida, num exercício claro de quem está dominado pelo ego.

Aí veio a paulada. Uma lavada.

E o candidato derrotado não acha que a culpa é dele ou de tudo acima.

Culpa as urnas. Culpa uma alegada fraude que beira a esquizofrenia.

Mais uma vez alardeia esta ilação cretina, logicamente sem prova porque é falsa, e nem sequer formaliza uma representação para apuração.

Nem no TSE, que é presidido pelo indicado do Jair, Kassio Nunes Marques, nem no Ministério Público Federal, na ONU… Em nenhum outro lugar que não seja um microfone cercado pela torcida.

Mas aí ele consegue se superar.

Foge como um rato de um inquérito. Isso mesmo, de um INQUÉRITO. Não de um processo em andamento ou de uma condenação, justa ou não, em iminência.

Acho que o Jair um dia falou: “Soldado que vai para a guerra e tem medo de morrer é um covarde.”

Boas línguas falam que o tal Willer é bem complicado. Muito pior que Dark Horse.

Só um parênteses: cá entre nós, 120 milhões de reais para um filme, nem se fosse um erótico estrelado por Tom Cruise, Brad Pitt, Dua Lipa, Jennifer Lopez, Margot Robbie e grande elenco. Ia falar da Flávia Alessandra também, mas ela é petista e estou colocando para fora meu rancor.

E não para por aí.

Faz uma carta ridícula, reiterando uma fraude inexistente e se autodeclarando eleito!

Vergonha alheia.

Mas não parou ainda.

Apagou e se declarou LÍDER DO BRASIL!

Meu Deus, tenha piedade desta Terra.

Líder do que e de quem se ninguém que votou nele, incluindo eu, votou porque gostava?

E que líder é esse que trai e abandona milhões de eleitores e covardemente parte para fartas férias na Disney enquanto nós aqui vamos enfrentar o desgoverno petista mais uma vez?

E foram os Bolsonaros que entregaram mais uma vez o Brasil ao PT.

A reeleição do Jair não foi perdida pela pandemia. Nem pela esquizofrenica fraude.

Radicalismo exacerbado, brigas e conflitos com todos os setores, pois julgavam que suas verdades deviam ser as de todos.

O pior ministro da Saúde da história, no momento mais delicado.

Tentou emplacar um estado teocrático, chamou espíritas de macumbeiros, esquecendo que este Brasil de múltiplas origens e fé É E TEM QUE SER LAICO.

Qualquer outro bom nome da direita levava: Tarcísio, Zema, Caiado (sem o Kassab, claro).

Até mesmo uma unha encravada de um pé direito descalço terminaria a eleição com mais dignidade.

Chega desses aí que não lideram nem a própria família.

Tchau, Bolsonaros. Obrigado por tudo.

A fila tem que andar.

A direita precisa de oxigênio.

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