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Administração

O MUNDO CORPORATIVO SEGUNDO OS SIGNOS DO ZODÍACO por Paulo Pandjiarjian

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Nunca fui muito de ler e seguir horóscopos, mas acho interessante a descrição das características dos nascidos sob determinado signo do zodíaco. Eu, por exemplo, sou Sagitário de primeiro decanato, com ascendente em Capricórnio. Como dizem que, após os 30 anos, somos mais parecidos com nosso ascendente, já tenho mais anos de Capricórnio que de Sagitário. O capricorniano está associado à organização e metodologia, enquanto o sagitariano é mais, desculpem o termo, “porra louca”!

Se trouxermos o debate para o mundo corporativo, possivelmente, vamos contrapor a ordem (mais associada ao signo de Capricórnio) contra a desordem criativa (mais associada ao signo de Sagitário).

A dicotomia entre ordem e desordem criativa tem sido um assunto cada vez mais presente nas discussões sobre criatividade e inovação. De um lado, temos aqueles que defendem que a criatividade é fruto da liberdade para experimentar, ousar e até mesmo falhar, o que demanda uma certa dose de desordem e caos. Do outro, há quem acredite que é necessário estabelecer uma estrutura clara e organizada para que a criatividade possa florescer e se tornar produtiva.

Ambos os lados possuem argumentos válidos. A desordem pode ser vista como um ingrediente fundamental para a criatividade, uma vez que permite que sejam exploradas ideias inovadoras e soluções não convencionais. No entanto, sem uma estrutura clara e organizada, pode ser difícil transformar essas ideias em algo prático e viável. Por outro lado, a ordem pode fornecer o ambiente ideal para que as ideias possam ser desenvolvidas e aplicadas, mas também pode limitar a imaginação e a inovação.

Na minha opinião, a dicotomia entre ordem e desordem criativa é uma questão de equilíbrio. É importante ter uma estrutura clara e organizada, mas também é fundamental ter espaço para experimentar e criar livremente. É necessário estabelecer uma cultura que valorize a criatividade, mas que também valorize a eficiência e a produtividade. Além disso, é preciso estar disposto a aceitar o fracasso e aprender com ele.

Em última análise, a dicotomia entre ordem e desordem criativa é uma questão de perspectiva. O que funciona para uma pessoa ou organização pode não funcionar para outra. É importante experimentar diferentes abordagens e encontrar o equilíbrio que melhor se adapte às necessidades de cada um.

Paulo Pandjiarjian

Jornalista, autor do livro recém-lançado “Minhas pílulas corporativas no Linkedin: Prescrição para uso diário”; coautor e coordenador editorial do livro “GBG – Global Business Group: Histórico, cases de sucesso, desafios e oportunidades do M&A no Brasil; coautor do livro “Engage for Business: Como superconectores aceleram negócios por meio de redes colaborativas”; diretor-geral da Pan Brasil Comunicação Empresarial

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