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Política

UMA ANÁLISE SOBRE GEOPOLÍTICA MUNDIAL ATÉ O ANO DE 2030 por Sérgio Redó

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Estamos falando de Governança Global indiscutível o processo de reengenharia que já está acontecendo em todo o mundo nos cinco continentes, trará surpresas para todos aqueles que deixarem de se conectar com as mudanças que já estão acontecendo, principalmente quando os maiores conglomerados mercantes, instituições financeiras das mais poderosas, grupos que lideram as redes sociais através da tecnologia da informação que juntas superam o PIB de mais de uma dezena de grandes nações.

Para melhor situarmos o entendimento sobre toda essa complexa mudança de paradigmas, passamos a citar algumas dessas mega corporações que mudam o rumo da economia de um País um bloco de países, ou mesmo um continente!

         Estamos falando da Apple, Amazon, Google, Microsoft, Tesla, Samsung, Toyota, AmBev, Nike, Coca Cola, além de mais de uma centena de grandes empresas que lideram o ranking nos diversos mercados mundiais.

         O outro dado importantíssimo deste intrigado jogo de cadeiras, é sabermos que os países em desenvolvimento responderão por 57% do Produto Interno Bruto Global até 2030 (Brasil, Índia, Indonésia, Irã, Iraque além de outros ).

         Vejam que informação fundamental para investidores a procura de mercados em expansão!

         Todos os indicadores dos mercados financeiros dos mais conceituados países do planeta, afirmaram que o exponencial da Índia e a manutenção do crescimento médio da China em que pese muito acelerado irão ultrapassar o poder da compra (PPC) e ultrapassar o das economias do Grupo do G7, ou seja, as sete maiores potenciam do mundo como, Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Itália, Canadá e Reino Unido.

Para adentrarmos no importante tema da responsabilidade fiscal para o mundo globalizado, passemos a analisar que o PIB ou Produto Interno Bruto poderá com sua força indicar o nível do desenvolvimento econômico, das nações, em razão dos aspectos dá forte influência do alto nível da ciência e inovação e qualidade de vida, surgindo como embelezador destas características para a nova economia mundial o “PIB Verde” que será muito mais importante considerando também as recém criadas economia criativa, capitalismo humanista e a economia quântica, enfim novas terminológicas para facilitar a compreensão deste novo mercado mundial em pleno desenvolvimento e transformações onde a comunidade europeia perde espaço em razão do envelhecimento de sua população, além dos altos índices de inflação um terrível ingrediente para enfrentar uma inesperada guerra entre Rússia e Ucrânia, Após a pandemia do COVID-19 que abalou o mundo!!!

         Essa importante digressão geopolítica foi feita para podermos entender o quão importante é a responsabilidade fiscal dos governos permanecerá como uma das principais questões de governança global?

         Para que as nações industrializadas e as economias emergentes possam manter uma política de governança global dentro dos padrões razoáveis de responsabilidade fiscal, terão que intensificar suas ações em gestões econômicas e financeiras, além de estabilizar suas déficits em contas correntes e  principalmente a manutenção em bons níveis de suas reservas cambiais correntes, portanto, os países que não respeitarem o equilíbrio fiscal, gastando descontroladamente haverão de viver um futuro sóbrio com graves problemas, sociais, políticos e econômicos financeiro.

          Nesta corrida desenfreada em busca de melhorar a governança global existente entre os países constituídos em bloco internacionais merecendo destaque a comunidade dos países europeus os Brics, Compostos por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul sem esquecermos tal potência dos Estados Unidos e da Inglaterra além dos Tigres Asiáticos (Cingapura, Coreia do Sul, Hong Kong e Taiwan), que cresceram rapidamente abandonando o submundo, as drogas, o atraso e a corrupção para darem orgulho ao mundo através da educação, constituindo uma economia sólida e  estável.

          Temos também a relevância ter países emergentes que são conhecidos como os novos Tigres Asiático ( Filipinas, Indonésia, Malásia, Tailândia e Vietnã), buscam implantar o modelo de sucesso dos Tigres Asiáticos.

          A necessidade que os países procuram assegurar a responsabilidade financeira nos governos, incorporações, através de políticas públicas estáveis, equilibrando sua receita com despesas principalmente o seu grau de endividamento interno com o volume de sua poupança, e a necessidade dos seus investimentos, esse tripé precisa ter total equilíbrio para não ocorrer os déficits em conta corrente com pagamentos dos servidores públicos, diretos da administração como os corpos terceirizado, além das obras e da manutenção da infraestrutura e logística dos bens e equipamentos urbanos públicos o verdadeiro patrimônio social do país.

         Os Estados Unidos sendo a maior e mais importante economia mundial, tem papel fundamental em todo esse contexto, pois na possibilidade de um aumento descontrolado da dívida pública desses países podem resultar em uma crise financeira mundial. Esse desequilíbrio pode acarretar a possibilidade de vir a acontecer uma perda considerável de capital nos Estados Unidos por força da escassez de capital e também em outros países do G7 principalmente!

       Nesse cenário, os países em desenvolvimento e ainda economias emergentes ou países pobres poderão enfrentar crises profundas.

         Toda essa situação criada deverá gerar nos países ricos a necessidade de criar meios de capitalizar os países em crises profundas, o que elevará o seu endividamento, causando aumento do percentual do PIB/DÍVIDA, trazendo para médio e longo prazo mais pobreza, e dificuldades dos governos oferecerem serviços públicos e trazendo mais prejuízos ao mercado global (KPMG INTERNATIONAL).

         Importantíssimo é lembrarmos que não só o envelhecimento da população européia, mas também a japonesa e a norte-americana, faram com que os níveis de aumento da dívida líquida para a média da zona do euro chegará a 133% do PIB em 213% nos Estados Unidos e a enorme cifra de 386 no PIB do Japão em razão do volume de gastos com saúde pública e aposentadoria, tudo seguindo pesquisas e análises da auditoria Internacional da KPMG de 2013 para projeção  do ano de 2035!

      Os Estados Unidos contribuirá com um déficit maior em razão da grandeza de sua economia que será agravada.

      A China, Alemanha e Japão que obtiveram excedentes ou maior equilíbrio em suas contas correntes, terão crises com menor consequências para seus habitantes.

      A negatividade do envelhecimento populacional, com a baixa sistemática  da natalidade, até por questões da economia e das questões sociais e por consequência a queda da poupança para garantia da sociedade desdobrará em maior diminuição de saldos em conta corrente na maioria dos países desenvolvidos.

      A China sofrerá desaceleração em seu crescimento, caindo, portanto sua taxa de poupança, outro sinal nítido de déficit em contas correntes abalando o mercado e investidor.

      Já nos países exportadores de petróleo em que pese o aumento ligeiro em conta corrente registrando superávit, também o superávit terá tendência de ser reduzido.

      Enfim, a necessidade da absoluta manutenção da mais equilibrada gestão na responsabilidade fiscal, é a grande oportunidade das nações que vivem em regime de governança global, diminuir o risco de uma crise sistemática de ordem econômica, financeira, com grandes consequências sociais que poderá causar danos irreparáveis, jamais registrados na história da humanidade, o que por si só representa o despreparo dos gestores públicos na administração das finanças públicas, o que se espera que jamais acontecerá para o bem e a qualidade de vida dos povos já que hoje somos 8 bilhões de seres humanos habitando o Planeta Terra, e uma derrocada nesta direção poderá comprometer a boa governança nos países em desenvolvimento e até nos já super desenvolvidos!!!

         Um fator super preponderante será o padrão ESG, que as grandes empresas em todo o mundo estão adotando na cultura dos negócios, pois quem não estiver direcionado a administrar nos padrões ESG, estarão fora do mercado global.

         As bolsas de valores das grandes potenciais mundiais já trabalham com índices de padrões super controladores nos métodos de ESG, tendo como cenário no ultimo Fórum Econômico de Danos na Suíça.

         Fica o alerta, o Brasil é uma potencia mundial, responsável pelo fornecimento alimentar para o mundo, a cada 5 pratos servidos no mundo 1 é, genuinamente brasileiro, a resposta para esse resultado magnifico é a EMBRAPÁ, criada nos idos de 1964, pelo então Ministro da Agricultura Alison Paulineli, responsável hoje por 21% da soma de todas as riquezas produzidas no Brasil, um quinto dos empregos e 43,2% das exportações brasileiras, ultrapassando a cifra de US$ 167 bilhões de dólares em 2023.

         O Brasil tem responsabilidade com o agronegócio que é a maior fonte de renda da economia brasileira!!!

Prof. Dr. Sérgio de Azevedo Redó Advogado, Jornalista, Administração de Empresas, Escritor (Guia Eleitoral 2004 esgotado e Liberdade de Expressão e Direito a Informação – Editora Imperium), Professor Universitário FMU, Auditor, Presidente da Associação Paulista de Imprensa e Vice-Presidente FENAI – Federação Nacional da Imprensa, Apresentador do Programa “Sala de Imprensa” exibida  em 129 emissoras em todo o Brasil.

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