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LEILA PEREIRA PRECISA COBRAR MAIS DE ABEL. CHEGA DE GANHAR SÓ PAULISTINHAS! – por Sergio Carvalho

A atual presidente do Palmeiras, Leila Pereira, já passou da hora de chamar o técnico Abel Ferreira para saber porque ela gasta milhões de dólares por ano e seu time só consegue ganhar, no máximo, um ou dois Paulistinhas, ao invés do que acontecia entre 2020 e 2023, quando levantava troféus pesados como os da Copa Libertadores, Copa do Brasil ou Campeonato Brasileiro. Ela precisa entender que, no futebol, não existe um só técnico no  mundo que consiga ficar anos num clube sem conquistar títulos tão importantes como os que citamos acima. Até hoje, todos que tentaram, naufragaram, decepcionaram, e não será o português Abel que vai quebrar essa rotina. Aliás, no começo do ano eu já alertava a presidente do Palmeiras. Ela até devia renovar o contrato de Abel mas, com uma condição: se não ganhasse logo um grande título, seu contrato seria rompido sem maiores delongas. Sem multas contratuais. Como Leia não fez isso, aí está Abel Ferreira com apenas dois títulos meia boca como os dois estaduais que ganhou, e nada mais. Será que Leila pensa que tem mais o que tirar de Abel? Posso garantir que não. O passado de outros treinadores prova isso. Abel já deu o que tinha de dar. Assim, se não ganhar um grande título à curto prazo, que Leila tenha a coragem de afastá-lo sem maiores delongas.

Dito isso, passo a outro assunto importante: a punição que o STJD deu a Abel na última semana. Ela foi inteiramente justa. Foi uma punição exemplar para avisar o técnico do Palmeiras que ele não pode mais agir daquela forma. Assim, se no próximo jogo do Palmeiras ele repetir a dose, o problema deve ser notificado pelo árbitro do jogo e o Tribunal de Justiça da CBF deve tomar as devidas providências. Abel precisa entender que um técnico fica ali à beira do gramado só para instruir seus jogadores, para conversar com seus auxiliares, para fazer substituições e outras obrigações de um treinador. Mas ficar ali para gritar, achincalhar, xingar e peitar a arbitragem, não está neste contexto. Quem o fizer deve ser duramente punido conforme manda a regra. Sem exceções. Seja técnico do Palmeiras ou do Mirassol. Caso contrário, o futebol vai chegar brasileiro vai chegar bem depressa ao fundo do poço. E quando o caso for para o STJD julgar, que os juízes deste Tribunal usem a lei com rigor. Se for necessário dar oito a dez jogos de suspensão, que o façam. Se o réu for reincidente, então, que a pena suba conforme a lei permite. A CBF precisa condicionar nossos técnicos de que não podem ficar à beira do campo ditando regras. As regras já existem e devem ser seguidas pelo trio de arbitragem. Se o trio trabalhar mal, que a Comissão de Arbitragem da CBF os puna, e não o treinador, que reclamou de seus erros. Vamos colocar as coisas no lugar. E se Abel insistir, que seja mandado de volta para seu País. Lá ele certamente vai ver o que é “bom para tosse”. Porque, no futebol do Velho Mundo as leis são cumpridas rigidamente. Aqui, ao contrário, qualquer técnico, como Abel, acha que pode impor suas próprias leis. É preciso acabar com isso de uma vez por  todas. Para bem do futebol de uma maneira geral, e pela volta radical ao cumprimento das leis que regem o futebol dentro e fora do campo. Nenhum técnico pode ter ingerência sobre a arbitragem como tem feito Abel. E ponto final. 

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