O exército bandeirista, que conquistou o território brasileiro em uma guerra de conquista de séculos, é, sem dúvida, o marco inicial da formação do nosso Exército.
Guararapes reconquistou parte do Nordeste. Os bandeirantes conquistaram, ocuparam e colonizaram, em nome do rei de Portugal, todo o território nacional, combatendo a pirataria europeia e várias tribos indígenas dadas ao canibalismo, que, inclusive, se aliaram aos invasores europeus.
O terrível Cunhambebe, chefe dos tupinambás, era aliado dos franceses, de quem recebia armas e tropas.

A nacionalidade floresceu e se estabeleceu a partir de São Paulo, cujos bandeirantes fundaram dezenas de cidades, de norte a sul do nosso Brasil varonil.
Quando as cortes portuguesas aqui aportaram, tudo estava feito; a D. João VI coube elevar o país — que encontrou pronto, construído com a perseverança bandeirante — de colônia à categoria de Reino Unido a Portugal e Algarves.

A justiça histórica é imprescindível para a soberania nacional, porque quem não guarda e cultua o passado, certamente não terá futuro.
Nossas vicissitudes políticas atuais, com toda a certeza, devem-se ao esquecimento proposital da nossa verdadeira história, forjada no trabalho e nos campos de glória.
A República, proclamada pelo Exército de Guararapes, não tem história e pariu a caterva que nos oprime, da qual, certamente, nos livraremos a curtíssimo prazo aronil.














