A sessão de ontem do Supremo Tribunal Federal foi uma exibição inequívoca do desprezo dos ministros da Suprema Corte pela sociedade brasileira.
Uma afronta.
Um descalabro.
Uma total falta de respeito pela opinião pública nacional.
Foi uma reunião de figuras do mais baixo nível em matéria de ética e de respeito aos sentimentos do povo brasileiro e um retrato acabado de um colegiado que não merece a consideração dos cidadãos deste país.
Gilmar Mendes, como já demonstrado em outras ocasiões, é uma pessoa tão abjeta que se torna impossível não dar razão ao ministro aposentado Luiz Roberto Barroso, que identificou no seu comportamento “pitadas de psicopatia”.
Flávio Dino não passa de um brutamontes troglodita que pouco se diferencia de um neandertal pré-histórico sempre disposto a atacar seus adversários com a machadinha da falta de educação.
Dias Toffoli é nada mais nada menos que uma figura patética, acuada, escondendo-se para não ser atingido pelo pesticida que uma hora será borrifado nas dependências do Supremo.
Cristiano Zanin é a expressão da insignificância, lotado naquela corte com o único fim de favorecer os interesses de quem o indicou para aquele lugar.
Alexandre de Moraes é um rei de escola de samba, imodesto, porém, prepotente, com notável complexo de superioridade, que se acha a última bolacha do pacote, hábil, no entanto, o suficiente para escamotear as suas motivações por detrás da imagem de paladino da retidão e do decoro.
Resta Carmen Lúcia, a única mulher numa casa de pseudos cavalheiros, cujo comportamento sóbrio, equilibrado, íntegro, atento à dignidade da corte a faz primus inter pares no meio de homens que não sabem como se comportar.
É de Sócrates a célebre frase de que há quatro características que um juíz deve possuir: escutar com cortesia, responder sabiamente, ponderar com prudência e decidir imparcialmente.
Quer dizer: tudo que não fazem os homens do Supremo Tribunal de nosso país.











