O Brasil ocupa o último lugar no mundo em valorização docente.
Não é um fenômeno novo, mas o efeito tem ido além do professor. Quando a remuneração e as condições de trabalho degradam a imagem da profissão, a desvalorização se espalha. Chega às famílias, que deixam de incentivar seus filhos a seguir o magistério. Chega à percepção coletiva, que passou a tratar como plano B uma carreira que é a mãe de todas as outras. E chega, inevitavelmente, à qualidade da educação que o país é capaz de oferecer.
Um país que não valoriza quem educa seus filhos nunca será sério com o próprio futuro. A CNSP exige remuneração justa, plano de carreira real e concursos obrigatórios para todos os educadores públicos do Brasil.
A valorização dos professores não pode ser vista como a demanda de um setor, mas como o caminho para um país próspero e desenvolvido.













