Cleptocracia é um termo de origem grega que significa “governo de ladrões”.
Numa cleptocracia a nação não é governada por um Estado de Direito, mas, na realidade, é governada por pessoas que têm o objetivo de roubar capital financeiro de um país e do seu bem comum.
Um Estado em “fase cleptocrática” é capturado por pessoas que praticam corrupção política.
O Brasil depois de 21 anos de regime militar e devido à Constituição de 1988 tornou-se novamente uma democracia.
O que isso significa?
Significa o fim da censura, o retorno da liberdade de imprensa e a eleição dos governantes.
Desafortunadamente, faz parte da nossa tradição a cleptocracia devido à existência de corrupção sistêmica no Brasil.
Portanto, a nação brasileira tem uma democracia puramente formal. É só observar como a impunidade ocorre no país.
Políticos, altos funcionários, empresários e instituições financeiras tiram proveito de forma indiscriminada da posição de poder que se encontram.
Mas, graças a Deus, não são todos os brasileiros corruptos!
Eles fazem um “jogo” que ora atuam em benefício da coletividade, ora em favor dos interesses particulares e, desta forma, eles se mantêm no poder.
Eles antes de corromper a sociedade, eles corromperam a própria “alma”.
Mas, nem se importam com essa verdade.
Em todo o mundo há ladrões no governo, porém, no Brasil há todo um “sistema” que protege os corruptos e, portanto, a corrupção.
É a famosa, com já mencionei, impunidade!
Enquanto as “ervas daninhas” estiverem em número elevado no poder, não há solução para o país.
E já que na democracia o povo pelo voto legitima alguns dirigentes políticos, temos que estar muito atentos sempre em relação às eleições.
O sistema “cleptocrata”, obviamente, só faz estragos, ou seja, afasta os investidores, gera gastos públicos exorbitantes, contribui para a inflação e recessão e assim por diante.
Temos que dar um “basta” a tudo isso com coragem e determinação!
“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantaram-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”.
Ruy Barbosa (1849-1923), jurista, escritor e político.












